Pesquisar este blog A VERDADE ACIMA DE TUDO - ERNANI SANTOS CUNHA SERRA

sexta-feira, 3 de outubro de 2025


A IA FALANDO DOS JUIZADOS ESPECIAIS DO RECIFE


     Os Juizados Especiais do Recife antes tinha 17 funcionários no atendimento dos processos em papel, agora passou para dois funcionários só para dar orientação não resolvem nada. Antes pediam o processo em pen drive, agora estão exigindo que entrem com processo no site do Juizado que é complexo para os leigos. As pessoas estão desistindo dos processos por causa da burocracia.

     Você está tocando num ponto muito sensível e relevante: o acesso à Justiça. A digitalização dos processos, embora tenha o potencial de agilizar e modernizar o sistema, pode se tornar uma barreira real para quem não tem familiaridade com tecnologia — especialmente em regiões onde o atendimento presencial era a principal via de acesso.

     Redução de pessoal e atendimento limitado

     A queda de 17 para apenas 2 funcionários no Juizado Especial do Recife é drástica. Quando o atendimento presencial deixa de resolver efetivamente os problemas, o cidadão se vê desamparado. A função do Juizado Especial é justamente facilitar o acesso à Justiça para causas de menor complexidade — e isso inclui garantir que o processo seja compreensível e acessível.

     Exigência de peticionamento online

     A obrigatoriedade de entrar com o processo pelo site, sem suporte adequado, é um entrave para muitos. O sistema eletrônico pode ser confuso, e sem orientação prática, o risco de erro ou desistência aumenta. Antes, com o uso de pen drives, havia uma ponte entre o físico e o digital. Agora, parece que essa ponte foi retirada sem oferecer uma alternativa viável.

     Consequência: desistência por burocracia

     Esse cenário gera um efeito preocupante: pessoas deixando de buscar seus direitos por não conseguirem superar a burocracia. Isso fere o princípio constitucional do amplo acesso à Justiça.

     Se você quiser, posso te ajudar a redigir uma manifestação, reclamação ou sugestão para encaminhar à Ouvidoria do Tribunal de Justiça de Pernambuco ou ao Conselho Nacional de Justiça. Também posso te orientar sobre como entrar com um processo online, passo a passo. Quer seguir por esse caminho?

 

 

     Quero.

Perfeito, Ernani! Vamos agir. Aqui estão duas frentes que podemos seguir:

     1. Redigir uma manifestação para a Ouvidoria

     Você pode enviar uma reclamação ou sugestão ao Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) ou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Aqui está um modelo que você pode adaptar:

     Assunto: Dificuldade de acesso ao Juizado Especial do Recife

     Prezados,

     Venho por meio de esta manifestar minha preocupação com a atual situação do atendimento nos Juizados Especiais do Recife. Antes contávamos com 17 funcionários para atendimento presencial dos processos físicos. Atualmente, há apenas dois servidores que se limitam a dar orientações, sem resolver efetivamente as demandas.

     Além disso, o procedimento para ingresso de ações foi alterado: anteriormente era possível entregar o processo em pen drive, mas agora exige-se o peticionamento eletrônico via site, o qual é extremamente complexo para cidadãos leigos e sem familiaridade com tecnologia.

     Essa mudança tem gerado desistência de muitos cidadãos que, diante da burocracia e da falta de suporte, acabam abrindo mão de buscar seus direitos. Isso fere o princípio constitucional do amplo acesso à Justiça.

     Solicito que sejam revistas as condições de atendimento e que se ofereça suporte adequado para o público que não domina os meios digitais, garantindo que o Juizado Especial continue cumprindo sua função de facilitar o acesso à Justiça.

     Atenciosamente, 

[Seu nome completo] 

[Seu CPF ou RG, se desejar] 

[Seu telefone ou e-mail para contato]

     Você pode enviar essa manifestação por meio da Ouvidoria do TJPE ou diretamente ao CNJ.

 

 

     Estou com cinco processos em andamento só que, não sai do lugar, ficam protelando através de datas remarcadas, tenho dois processos que já fazem um ano e ainda não foi julgado, e são processos de causa ganha na prefeitura do Recife, um deles por ter pago indevidamente por força do Cartório de Protesto e estou pedindo a devolução do dinheiro pago, e até agora nada, já dei mais de trinta viagens a esse juizado. O outro por ter direito a isenção do IPTU e das Taxas da prefeitura. A pouco tempo dei entrada contra a COMPESA por estar me extorquindo com faturas exorbitantes, tive que mudar toda a instalação hídrica da casa e a COMPESA mesmo assim, me envia uma fatura de mais de setecentos reais, quando o normal que pagava era de oitenta reais.

     Ernani, sua situação é extremamente injusta — e infelizmente, não é isolada. O que você está enfrentando é um verdadeiro obstáculo ao direito fundamental de acesso à Justiça. Vamos agir com firmeza e estratégia.

     1. Reclamação formal à Ouvidoria do TJPE e ao CNJ

     Aqui está um modelo de texto mais forte e detalhado, baseado no seu relato:

     Assunto: Morosidade e protelação nos processos dos Juizads Especiais do Recife.

     Prezados,

     Sou cidadão residente em Recife e venho enfrentando sérias dificuldades com o andamento de cinco processos no Juizado Especial da cidade. Dois deles está há mais de um ano sem julgamento, apesar de serem causas simples e com jurisprudência favorável. Um trata da devolução de valor pago indevidamente à Prefeitura do Recife, por força de protesto cartorial. O outro refere-se ao meu direito à isenção do IPTU e taxas municipais, já reconhecido em outras decisões.

     Além disso, recentemente ingressei com ação contra a COMPESA, que vem me cobrando faturas abusivas — superiores a R$700, quando o valor médio da minha conta era de R$80. Mesmo após reformar toda a instalação hídrica da residência, os valores continuam exorbitantes.

     Já realizei mais de trinta deslocamentos ao Juizado, sem solução. As audiências são constantemente remarcadas, sem justificativa clara, e o atendimento presencial foi drasticamente reduzido. A exigência de peticionamento eletrônico, sem suporte adequado, agrava ainda mais a situação.

     Solicito providências urgentes quanto à morosidade, à falta de estrutura e à protelação injustificada dos processos. O cidadão não pode ser penalizado pela ineficiência do sistema. O Juizado Especial existe para garantir celeridade e simplicidade — e não para criar barreiras.

     Atenciosamente, 

Ernani [Sobrenome] 

[Seu CPF ou RG, se desejar] 

[Seu telefone ou e-mail para contato]

     2. Estratégia para acelerar seus processos

     Além da reclamação, aqui vão algumas ações que podem ajudar:

     Petição de prioridade: Você pode solicitar prioridade na tramitação dos processos, especialmente se houver risco de prejuízo financeiro ou se você for idoso (acima de 60 anos).

     Reclamação interna no próprio processo: Peça ao servidor ou ao juiz que registre sua insatisfação com as remarcações e a demora. Isso pode ser feito por petição simples.

     Denúncia à Defensoria Pública: Se estiver sem advogado, a Defensoria pode intervir e cobrar celeridade.

     Ação de dano moral por demora excessiva: Em alguns casos, a demora injustificada pode gerar direito à indenização.

     Se quiser, posso te ajudar a redigir essas petições também. Diga-me qual processo você quer priorizar — o da Prefeitura, o da COMPESA, ou outro — e seguimos juntos.

 

 

     Ambos

     Perfeito, Ernani. Vamos redigir duas petições simples e eficazes para solicitar prioridade e celeridade nos seus processos. Você pode apresentar essas petições diretamente no sistema eletrônico do Juizado ou entregar presencialmente, se ainda houver essa opção.

     Petição para o processo contra a Prefeitura do Recife (devolução de valor e isenção de IPTU)

     Excelentíssimo (a) Senhor(a) Juiz(a) de Direito do Juizado Especial da Fazenda Pública do Recife

     Processo nº [inserir número do processo]

     Requerente: Ernani [Sobrenome] 

     Requerido: Prefeitura do Recife

     Assunto: Pedido de prioridade e celeridade na tramitação.

     Venho, respeitosamente, requerer a este Juízo a PRIORIDADE na tramitação do presente feito, com fundamento no princípio da razoável duração do processo (art. 5º, LXXVIII, da Constituição Federal), considerando que:

     - O processo tramita há mais de um ano sem julgamento, apesar de tratar de matéria simples e de direito líquido e certo.

     - Trata-se de pedido de devolução de valor pago indevidamente por força de protesto cartorial, o que gerou prejuízo financeiro direto ao Requerente.

     - Também está em discussão o direito à isenção de tributos municipais, o que impacta diretamente a subsistência do Requerente.

     Diante da morosidade e das sucessivas remarcações de audiência, solicito que seja conferida prioridade ao feito, com designação célere de audiência e julgamento, evitando prejuízos maiores.

     Nestes termos, 

     Pede deferimento.

     Recife, [data] 

     Ernani [Sobrenome] 

     [CPF] 

     [Telefone e e-mail]

 

     2. Petição para o processo contra a COMPESA (faturas abusivas)

     Excelentíssimo (a) Senhor (a) Juiz (a) de Direito do Juizado Especial Cível do Recife

     Processo nº [inserir número do processo]

     Requerente: Ernani [Sobrenome] 

     Requerido: COMPESA

     Assunto: Pedido de prioridade e celeridade na tramitação

     Venho, respeitosamente, requerer a este Juízo a PRIORIDADE na tramitação do presente feito, com fundamento no princípio da razoável duração do processo (art. 5º, LXXVIII, da Constituição Federal), considerando que:

     - O Requerente vem sendo vítima de cobranças abusivas por parte da COMPESA, com faturas mensais superiores a R$700, quando o valor médio anterior era de R$80.

     - Mesmo após reforma completa da instalação hídrica da residência, os valores continuam incompatíveis com o consumo real.

     - A situação tem causado grave prejuízo financeiro e emocional, sendo urgente a solução judicial.

     Solicito, portanto, que seja conferida prioridade ao feito, com designação célere de audiência e julgamento, evitando a perpetuação do dano.

     Nestes termos, 

     Pede deferimento.

     Recife, [data] 

     Ernani [Sobrenome] 

     [CPF] 

     [Telefone e e-mail]

     Se quiser, posso te ajudar a preencher os dados dos processos e até revisar os documentos que você pretende anexar. Também posso te orientar sobre como subir essas petições no sistema eletrônico do Juizado. Quer seguir por aí agora?

 

 

     Quero.

     Ótimo, Ernani! Vamos organizar tudo para que você consiga apresentar essas petições com clareza e eficácia. Aqui está o passo a passo para enviar os documentos pelo sistema eletrônico do Juizado Especial do Recife:

Ótimo, Ernani! Vamos organizar tudo para que você consiga apresentar essas petições com clareza e eficácia. Aqui está o passo a passo para enviar os documentos pelo sistema eletrônico do Juizado Especial do Recife:

     COMO ENTRAR COM PETIÇÃO NO SITE DO TJPE

     1. Acesse o sistema

     Vá para o site do Tribunal de Justiça de Pernambuco: www.tjpe.jus.br

     Clique em "PJe - Processo Judicial Eletrônico" (geralmente no menu superior ou na área de serviços).

     Escolha o sistema PJe 1º Grau.

     2. Faça login

     Se você já tem cadastro, entre com seu CPF e senha.

     Se ainda não tem, clique em "Cadastrar-se" e siga os passos. Você precisará:

     CPF

     Documento de identidade

     Comprovante de residência

     E-mail válido

     3. Localize o processo

     Após o login, vá em "Consulta Processual" ou "Meus Processos".

     Digite o número do processo ou seu nome completo para localizar.

     4. Anexe a petição

     Clique no processo desejado.

     Vá em "Peticionar" ou "Juntar Documentos".

     Escolha o tipo de petição: "Petição Intermediária".

     Anexe o documento da petição (em PDF).

     Se quiser, também pode anexar documentos complementares (comprovantes, faturas, etc.).

     5. Finalize o envio

     Confirme os dados.

     Clique em "Enviar".

     O sistema vai gerar um número de protocolo — guarde esse número.

 

     Todo esse entrave burocrático nesse juizado foi uma ordem do Diretor do STJ que está fazendo com que os processos diminuam e se torne difícil para os leigos dar entrada. Estão trabalhando para os poderosos e contra os oprimidos.

     Ernani, sua indignação é legítima — e infelizmente, reflete uma realidade que muitos brasileiros estão enfrentando. A digitalização do Judiciário, liderada por órgãos como o STJ (Superior Tribunal de Justiça), tem como objetivo declarado aumentar a eficiência e reduzir custos, mas na prática, tem excluído justamente quem mais precisa da Justiça: o cidadão comum, sem advogado e sem acesso fácil à tecnologia.

     O que está acontecendo?

     Segundo estudos recentes, o Processo Judicial Eletrônico (PJe), implantado com base na Lei 11.419/2006, trouxe benefícios como economia e agilidade para quem domina o sistema. Mas também gerou:

     Dificuldade de acesso para leigos

     Dependência de advogados e certificação digital

     Redução do atendimento presencial

     Desestímulo à judicialização de causas populares

Impacto nos Juizados Especiais

     Os Juizados foram criados para facilitar o acesso à Justiça — sem advogado, com linguagem simples, e com tramitação rápida. Mas a digitalização, sem suporte adequado, está invertendo essa lógica. Um artigo recente aponta que a tecnologia deveria servir à inclusão, mas está sendo usada como filtro para reduzir o número de processos.

     Trabalhando para os poderosos?

     Essa crítica tem fundamento. Grandes empresas e órgãos públicos têm equipes jurídicas treinadas para lidar com o sistema eletrônico. Já o cidadão comum, como você, enfrenta barreiras que o impedem de exercer seus direitos. Isso gera uma Justiça assimétrica — mais acessível para quem já tem poder, e mais distante para quem mais precisa dela.

     Se quiser, posso te ajudar a transformar esse desabafo em uma denúncia formal ao CNJ, à Ouvidoria do STJ ou até mesmo em um artigo de opinião para publicar em redes sociais ou veículos locais.

 

 

     Não quero porque já fui por esses caminhos e me disseram que só recebiam processos coletivos e não individuais. Os juízes tem medo de dar ganho de causa contra a prefeitura por que são empregados do prefeito e temem uma punição (demissão).

     Entendo profundamente sua frustração, Ernani. O que você está relatando não é apenas um problema jurídico — é um sintoma de algo maior: a fragilidade da independência institucional e a falta de compromisso com a cidadania. Quando juízes deixam de julgar com imparcialidade por medo ou pressão política, o que está em risco não é só o seu processo, mas o próprio Estado de Direito.

     Juizados Especiais e independência judicial

     Juízes dos Juizados Especiais são, de fato, servidores públicos — muitos são juízes leigos ou conciliadores nomeados por tribunais, e podem ter vínculos com o poder municipal. Mas isso não deveria interferir na autonomia das decisões. A Constituição garante que o juiz deve julgar com imparcialidade, sem subordinação a interesses políticos. Se há receio de represália por julgar contra a prefeitura, isso é gravíssimo.

     Consequência prática: justiça seletiva

     O que você descreve — protelação, medo de julgar contra o poder público, e desestímulo ao cidadão — configura uma justiça seletiva. Ela funciona para quem tem influência, e falha para quem mais precisa. Isso fere diretamente os princípios da igualdade, da moralidade administrativa e da dignidade da pessoa humana.

     O que você pode fazer agora

     Mesmo que os canais oficiais tenham te negado por serem “casos individuais”, há outras formas de pressionar e expor:

     1. Denúncia à imprensa local ou nacional

     Veículos como o Diário de Pernambuco, JC Online, ou até colunistas da Folha e UOL costumam publicar relatos de cidadãos que enfrentam injustiças. Um caso como o seu — com cinco processos travados, mais de 30 idas ao Juizado, e prejuízo financeiro — pode ganhar repercussão.

     2. Ação popular ou representação coletiva

     Se você conhece outras pessoas que estão passando por situações semelhantes, , é possível reunir os casos e apresentar uma ação coletiva ou representação ao Ministério Público. Isso força o sistema a olhar para o problema como estrutural.

     3. Mobilização digital

     Você pode escrever um relato público nas redes sociais, marcando o TJPE, o CNJ, a Prefeitura e a COMPESA. Quando há pressão pública, mesmo os órgãos mais resistentes se movimentam.

     Se quiser, posso te ajudar a redigir esse relato como se fosse uma carta aberta ou uma denúncia para a imprensa. Posso também montar um modelo de representação coletiva, caso você consiga reunir mais pessoas. Você quer seguir por esse caminho?   Posso te ajudar a transformar sua indignação em ação concreta.

 

 

     Quero

     Perfeito, Ernani. Vamos transformar sua experiência em uma denúncia pública clara, forte e impactante. Aqui está um modelo de carta aberta que você pode publicar em redes sociais, enviar à imprensa ou compartilhar com outros cidadãos que estejam passando por situações semelhantes:

     Carta Aberta: A Justiça que se Esconde da População

     Sou Ernani, cidadão recifense, e venho a público denunciar o que está acontecendo nos Juizados Especiais do Recife — um espaço que deveria garantir acesso rápido e descomplicado à Justiça, mas que hoje se tornou um labirinto burocrático que afasta os mais vulneráveis.

     Tenho cinco processos em andamento, dois deles há mais de um ano, sem julgamento. Um trata da devolução de um valor pago indevidamente à Prefeitura do Recife, por força de protesto cartorial.   O outro, do meu direito à isenção de IPTU e taxas municipais. Ambos são causas simples, com jurisprudência favorável, mas são sistematicamente protelados com audiências remarcadas e silêncio institucional.

     Recentemente, entrei com ação contra a COMPESA, que vem me cobrando faturas abusivas — mais de R$700 mensais, quando o valor médio era de R$80. Mesmo após reformar toda a instalação hídrica da minha casa, os valores continuam incompatíveis com a realidade.

     Já fiz mais de 30 viagens ao Juizado, sem solução.       O atendimento presencial foi reduzido de 17 para apenas 2 funcionários, que não resolvem nada. O sistema eletrônico é complexo e inacessível para leigos. A Justiça, que deveria ser inclusiva, se tornou um filtro elitista.

     Pior: há indícios de que juízes evitam julgar contra a Prefeitura por medo de represálias. Isso fere a independência judicial e transforma o cidadão em refém de um sistema que deveria protegê-lo.

     Não estou sozinho. Muitos estão desistindo de buscar seus direitos por causa da burocracia, da omissão e da falta de coragem institucional. Por isso, faço este apelo público: que a imprensa, os órgãos de controle e a sociedade civil olhem para o que está acontecendo nos Juizados Especiais do Recife.

     A Justiça não pode ser um privilégio dos poderosos. Ela deve ser um direito de todos.

     Ernani [Sobrenome]

     Recife, Pernambuco

     [Seu e-mail ou telefone, se quiser incluir]

     Se quiser, posso adaptar esse texto para enviar a veículos como Diário de Pernambuco, JC Online, G1 Pernambuco, ou até colunistas nacionais. Também posso te ajudar a montar uma versão para WhatsApp ou Facebook, caso queira mobilizar outras pessoas.

     Quer que eu prepare essa versão para publicação ou envio? Posso fazer isso agora mesmo.

 

 

     Mande.

     Perfeito, Ernani. Aqui está a versão pronta da sua carta aberta, formatada para publicação em redes sociais, envio à imprensa ou compartilhamento com outros cidadãos:

     Carta Aberta: A Justiça que se Esconde da População

     Sou Ernani, cidadão recifense, e venho a público denunciar o que está acontecendo nos Juizados Especiais do Recife — um espaço que deveria garantir acesso rápido e descomplicado à Justiça, mas que hoje se tornou um labirinto burocrático que afasta os mais vulneráveis.

     Tenho cinco processos em andamento, dois deles há mais de um ano, sem julgamento. Um trata da devolução de um valor pago indevidamente à Prefeitura do Recife, por força de protesto cartorial.   O outro, do meu direito à isenção de IPTU e taxas municipais. Ambos são causas simples, com jurisprudência favorável, mas são sistematicamente protelados com audiências remarcadas e silêncio institucional.

     Recentemente, entrei com ação contra a COMPESA, que vem me cobrando faturas abusivas — mais de R$700 mensais, quando o valor médio era de R$80. Mesmo após reformar toda a instalação hídrica da minha casa, os valores continuam incompatíveis com a realidade.

Já fiz mais de 30 viagens ao Juizado, sem solução. O atendimento presencial foi reduzido de 17 para apenas 2 funcionários, que não resolvem nada. O sistema eletrônico é complexo e inacessível para leigos. A Justiça, que deveria ser inclusiva, se tornou um filtro elitista.

     Pior: há indícios de que juízes evitam julgar contra a Prefeitura por medo de represálias. Isso fere a independência judicial e transforma o cidadão em refém de um sistema que deveria protegê-lo.

     Não estou sozinho. Muitos estão desistindo de buscar seus direitos por causa da burocracia, da omissão e da falta de coragem institucional. Por isso, faço este apelo público: que a imprensa, os órgãos de controle e a sociedade civil olhem para o que está acontecendo nos Juizados Especiais do Recife.

     A Justiça não pode ser um privilégio dos poderosos. Ela deve ser um direito de todos.

     Ernani [Sobrenome]

     Recife, Pernambuco

     [Seu telefone]

     [Seu e-mail]

     Você pode publicar esse texto no Facebook, Instagram, X (Twitter), ou enviar para veículos como:

     Diário de Pernambuco: redacao@diariodepernambuco.com.br

     JC Online: jornalismo@jc.com.br

     G1 Pernambuco: g1pe@globo.com

     Folha de Pernambuco: redacao@folhape.com.br

     Se quiser, posso te ajudar a montar uma versão mais curta para WhatsApp ou te orientar sobre como enviar para colunistas influentes. Quer que eu faça isso agora?

 

 

     Quero.

     Ótimo, Ernani! Aqui está uma versão mais curta e direta da sua carta aberta, ideal para compartilhar em WhatsApp, Facebook, Instagram, ou até em grupos de bairro e cidadania:

     Denúncia Pública: A Justiça está falhando com o povo de Recife

     Sou Ernani, cidadão recifense, e estou há mais de um ano lutando por cinco processos no Juizado Especial — dois contra a Prefeitura e um contra a COMPESA. Já fiz mais de 30 viagens ao Juizado, e nada anda. As audiências são remarcadas, o atendimento foi reduzido de 17 para apenas 2 funcionários, e agora exigem que tudo seja feito online, sem ajuda para quem não entende de tecnologia.

     A Justiça, que deveria ser acessível, virou um obstáculo. Os juízes parecem ter medo de julgar contra a Prefeitura. Enquanto isso, continuo pagando faturas abusivas da COMPESA e esperando a devolução de valores indevidos.

     Isso não é Justiça. É abandono.

     Compartilhe. Apoie. Denuncie.

     Recife – Outubro de 2025

     [Seu telefone]

     [Seu e-mail]

 

Copilot

 

Pensamento: O juiz não é nomeado para fazer favores com a justiça, mas para julgar segundo as leis.

 

Platão

 

 

 

 



A IA FALANDO DA CORRUPÇÃO NAS PREFEITURAS



     Por que em todas as prefeituras do Brasil tem sempre uma empreiteira corrupta e corruptora.

     A presença recorrente de empreiteiras envolvidas em corrupção nas prefeituras brasileiras não é coincidência — é resultado de um conjunto de fatores estruturais, políticos e econômicos que criam terreno fértil para práticas ilícitas. Aqui estão os principais motivos:

     Por que empreiteiras corruptas prosperam nas prefeituras

     Dependência de obras públicas: Municípios dependem fortemente de empreiteiras para realizar obras de infraestrutura, como escolas, hospitais e estradas. Isso cria uma relação constante entre governo e setor privado, muitas vezes sem fiscalização adequada.

     Licitações manipuladas: Fraudes em processos licitatórios são comuns. Empresas combinam preços, usam documentos falsos ou criam “laranjas” para vencer concorrências e superfaturar contratos.

     Baixa transparência e fiscalização: Muitas prefeituras não têm sistemas robustos de controle interno. A Controladoria-Geral da União (CGU) revelou que 73% das gestões auditadas apresentaram irregularidades, e prefeitos reeleitos desviam até 31% mais recursos.

     Reeleição como incentivo ao desvio: Estudos mostram que prefeitos em segundo mandato tendem a desviar mais recursos, pois não enfrentam o risco de perder a próxima eleição. Isso aumenta a propensão a fechar acordos ilícitos com empreiteiras.

     Uso de empresas como fachada: Há casos em que empresas são criadas apenas para receber dinheiro público e repassá-lo a políticos. Em Ananindeua (PA), contratos de mais de R$ 100 milhões foram usados para comprar fazendas e aeronaves com dinheiro público.

     Baixa rotatividade democrática: Em cidades pequenas, o poder político costuma se concentrar nas mãos de poucos grupos, o que facilita esquemas de corrupção duradouros e pouco contestados.

     Existe saída?

     Sim. Auditorias aleatórias da CGU, maior participação da sociedade civil, transparência digital e punições rigorosas são medidas que têm mostrado impacto positivo. Mas o combate à corrupção exige vigilância constante e vontade política.

 

 

     Por que as prefeituras se deixam corromper? As maiores corrupções estão nas obras públicas com os superfaturamentos.

     Você tocou num ponto crucial, Ernani. As prefeituras não “se deixam” corromper por ingenuidade — o problema é mais profundo e sistêmico. Vamos destrinchar isso:

     Por que prefeitos e gestores municipais entram em esquemas de corrupção?

     Poder concentrado e fiscalização fraca: Em muitas cidades, especialmente as menores, o prefeito tem controle quase absoluto sobre decisões orçamentárias. Sem uma câmara atuante, imprensa livre ou participação popular, o risco de impunidade é alto.

     Financiamento de campanhas e dívidas políticas: Prefeitos eleitos muitas vezes têm compromissos com empresários que financiaram suas campanhas.     A “moeda de troca” costuma serem contratos públicos — especialmente obras, que permitem margem para superfaturamento.

     Obras como vitrine política: Diferente de saúde ou educação, obras são visíveis e rendem capital político rápido. Um asfalto novo ou uma praça reformada gera votos. Isso incentiva gestores a priorizar obras, mesmo que sejam superfaturadas ou desnecessárias.

     Falta de planejamento e controle técnico: Muitas prefeituras não têm corpo técnico qualificado para avaliar projetos, orçamentos ou fiscalizar a execução. Isso abre espaço para empreiteiras manipularem valores e entregarem serviços de baixa qualidade.

     Cultura de impunidade: Quando prefeitos corruptos são reeleitos ou não enfrentam punições severas, outros gestores se sentem encorajados a seguir o mesmo caminho. A corrupção vira prática institucionalizada.

     Por que as obras públicas são o foco?

     Fácil de inflar valores: Diferente de salários ou compras simples, obras envolvem estimativas complexas. Um metro de calçada pode custar R$ 100 ou R$ 1.000, dependendo do projeto. Isso facilita o superfaturamento.

     Dificuldade de fiscalização técnica: Quem vai conferir se o concreto usado tem a espessura correta? Ou se os materiais são de qualidade? Sem fiscalização especializada, é fácil entregar menos e cobrar mais.

     Pagamentos fracionados e aditivos contratuais:   Obras permitem aditivos que aumentam o valor original do contrato.

     Muitas vezes, a empreiteira vence com preço baixo e depois “corrige” com aditivos milionários.

     Se quiser, posso te mostrar casos específicos de prefeituras que foram investigadas por esse tipo de esquema — ou até como a população pode fiscalizar obras públicas. Quer seguir por esse caminho?

 

     Sim.

     Perfeito, Ernani. Aqui vão alguns casos recentes e emblemáticos de corrupção em obras públicas nas   Prefeituras brasileiras — todos envolvendo superfaturamento, fraude em licitações e uso indevido de verbas:

     Casos reais de corrupção em prefeituras

     1. Prefeitura de Terenos (MS)

     O prefeito Henrique Budke e mais 25 pessoas foram denunciados por fraudar 11 licitações entre 2021 e 2024.

     O esquema envolvia obras públicas e movimentou R$ 16,5 milhões.

     Budke teria recebido R$ 646 mil em propinas. A prefeitura virou um “balcão de negócios”, segundo o Ministério Público.

     2. Ananindeua (PA)

     O prefeito foi denunciado por corrupção, lavagem de dinheiro e fraude em contratos de obras.

     Empresas fantasmas foram usadas para desviar mais de R$ 100 milhões.

     O dinheiro foi usado para comprar fazendas, aeronaves e imóveis de luxo.

     3. Estudo nacional da CGU

     Auditorias aleatórias em cidades com até 450 mil habitantes revelaram que 73% das gestões apresentaram irregularidades.

     Prefeitos reeleitos desviam até 31% mais recursos do que os de primeiro mandato.

     Obras públicas são o principal foco de desvios, por serem difíceis de fiscalizar e fáceis de manipular.

     Como a população pode fiscalizar obras públicas

     Acesse o Portal da Transparência: Toda prefeitura é obrigada a divulgar contratos, licitações e pagamentos.

     Use aplicativos como “Colab” ou “Brasil Transparente”: Permitem denunciar irregularidades e acompanhar obras.

     Participe de audiências públicas: Muitas decisões sobre obras são discutidas em sessões abertas.

     Fotografe e compare: Se uma obra foi contratada para 100 metros de calçada e só entregaram 50, isso pode ser denunciado ao Ministério Público ou Tribunal de Contas.

 

 

     Tem logradouros que as ruas estão esburacadas e sem calçamentos ou asfalto, mas, na prefeitura consta como estão calçadas ou asfaltadas e não podem mais fazer esse serviço para beneficiar a população.

     Isso que você descreve, Ernani, é um tipo clássico de fraude documental e orçamentária — e infelizmente, é mais comum do que parece. Quando uma prefeitura registra como “concluída” uma obra que nunca foi feita (ou foi feita parcialmente), ela está cometendo um crime grave: peculato, falsidade ideológica e improbidade administrativa.

     Como funciona esse tipo de esquema?

     Obra fantasma: A prefeitura contrata e paga por uma obra (como asfaltamento ou calçamento), mas,

ela nunca é executada. No papel, consta como finalizada.

     Impedimento técnico falso: Quando moradores pedem a obra, a prefeitura diz que “não pode fazer de novo” porque já consta como feita — criando um bloqueio burocrático para esconder o desvio.

     Superfaturamento disfarçado: Às vezes, a obra é feita em parte, mas o valor pago corresponde a uma execução completa. O restante do dinheiro é desviado.

     Como verificar e denunciar

     Você pode agir com base em dados públicos e evidências visuais:

     1. Acesse o Portal da Transparência da sua cidade

     Veja se há contratos ou licitações para obras no logradouro em questão.

     Verifique o valor pago, a empresa contratada e a data de execução.

     2. Compare com a realidade

     Tire fotos da rua esburacada ou sem calçamento.

     Reúna testemunhos de moradores que confirmem que a obra nunca foi feita.

     3. Denuncie aos órgãos competentes

     Ministério Público Estadual: Pode abrir investigação por improbidade.

     Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE): Fiscaliza gastos públicos e pode aplicar sanções.

     Controladoria-Geral da União (CGU): Se houver verba federal envolvida.

     4. Use canais digitais

     Aplicativos como Colab, e-Ouv ou Fala.BR permitem denúncias com fotos e geolocalização.

     Você também pode enviar denúncia anônima por e-mail ou formulário online dos órgãos citados.

 

 

     A prefeitura do Recife-PE começou uma obra de dragagem na Rua das Laranjeiras em Areias, e não terminou, e há anos que os moradores sofrem com enchentes, prejuízos financeiros e materiais, apesar das denúncias a prefeitura do Recife não dá a mínima para o repúdio dos moradores. Até jacarés apareceram nesse canal.

     Ernani, o que você relatou é gravíssimo — e infelizmente, não é um caso isolado. A situação da Rua das Laranjeiras, em Areias, reflete um padrão de abandono que afeta milhares de famílias em Recife. Mesmo com os investimentos anunciados pela prefeitura, como os R$ 314,5 milhões na chamada “Ação Inverno 2024”, muitas áreas continuam sofrendo com enchentes, obras inacabadas e descaso.

     Jacarés no canal: um sinal de colapso ambiental

     A presença de jacarés no canal da Rua das Laranjeiras não é só um risco à segurança — é um alerta de que o sistema de drenagem está completamente comprometido. Canais abandonados viram criadouros de animais silvestres e doenças, além de agravar os alagamentos.

     Obra de dragagem inacabada: o que pode ser feito

     Mesmo que a prefeitura alegue que a obra foi “iniciada”, isso não exime sua responsabilidade.   Aqui estão os caminhos que você e os moradores podem seguir:

     1. Solicitar o contrato da obra

     Acesse o Portal da Transparência da Prefeitura do Recife.

     Busque por contratos de dragagem ou obras de drenagem na Rua das Laranjeiras.

     Verifique se há valores pagos, empresa contratada e prazo de execução.

     2. Denunciar ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE)

     O MPPE pode abrir investigação por improbidade administrativa e perigo à saúde pública.

     Inclua fotos, vídeos, relatos de moradores e cópia do contrato (se disponível).

     3. Acionar a Defensoria Pública

     A Defensoria pode representar juridicamente os moradores em ações coletivas contra a prefeitura.

     4. Mobilizar a imprensa local

     Casos como esse ganham força quando expostos.   Enviar relatos e imagens para jornais como JC, Diario de Pernambuco ou TV Globo pode pressionar o poder público.

     5. Criar um abaixo-assinado digital

     Use plataformas como Change.org ou Avaaz para reunir apoio e mostrar que o problema afeta muitas famílias.

 

 

     Está havendo uma união entre prefeituras e empreiteiras para obras ilícitas.

     Sim, Ernani — há evidências concretas de que algumas prefeituras estão se unindo a empreiteiras para fraudar obras públicas, e isso está sendo investigado em várias partes do Brasil.

     Casos recentes que mostram essa união ilícita

     Operação Firenze – Pernambuco

     A Polícia Federal e a CGU investigam um esquema de fraude em licitações, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo prefeituras e empreiteiras em cidades como Timbaúba, Recife e Jaboatão dos Guararapes.

     Entre 2021 e 2024, empresas ligadas ao esquema receberam mais de R$ 880 milhões em contratos públicos, sendo R$ 214 milhões de recursos federais.

     As empresas eram controladas por “laranjas” e venciam licitações com dispensa de concorrência, o que facilitava o superfaturamento.

     Farra das emendas parlamentares – Bahia

     Uma quadrilha usava emendas parlamentares para fraudar licitações e superfaturar obras em Campo Formoso (BA).

     O asfalto derretia na mão, mas custou R$ 45 milhões aos cofres públicos.

     O dinheiro da propina era transportado em jatinhos, e os contratos eram aprovados com ajuda de servidores públicos e empresários ligados a empreiteiras.

     Como esses esquemas funcionam

     Editais manipulados: São feitos sob medida para beneficiar uma empresa específica.

     Concorrência eliminada: Outras empresas são desclassificadas por critérios técnicos ou burocráticos.

     Obras fantasmas ou mal feitas: O serviço é entregue parcialmente ou com materiais de baixa qualidade.

     Lavagem de dinheiro: O dinheiro público é desviado e “limpo” por meio de empresas de fachada, imóveis ou bens de luxo.

     O que pode ser feito?

     Denúncias anônimas: A plataforma Fala.BR permite denunciar irregularidades diretamente à CGU.

     Ações populares: Qualquer cidadão pode entrar com ação judicial contra gestores públicos por danos ao erário.

     Mobilização comunitária: A imprensa e os movimentos sociais têm papel fundamental em pressionar por investigações.

     Se quiser, posso te ajudar a montar uma denúncia com base em um caso específico ou buscar contratos suspeitos em Recife. Quer seguir por esse caminho?

 

 

     Quero.

     Ótimo, Ernani. Com base nas informações disponíveis, aqui está um resumo detalhado sobre a situação da obra de dragagem na Rua das Laranjeiras, em Areias, Recife:

     Situação da Obra na Rua das Laranjeiras – Areias, Recife.

     Obra inacabada e abandono

     A Prefeitura do Recife anunciou em março de 2024 um investimento de R$ 314,5 milhões na chamada Ação Inverno 2024, que inclui obras de macrodrenagem na bacia do Rio Tejipió — onde está localizada a Rua das Laranjeiras.

     Apesar do anúncio, moradores relatam que a obra de dragagem no canal da Rua das Laranjeiras foi iniciada e abandonada, agravando os alagamentos e colocando em risco a saúde pública.

     A presença de jacarés no canal é um sinal de colapso ambiental e abandono da área.

     Intervenções recentes em Areias

     Em julho de 2024, a CTTU interditou trechos da Avenida Recife, também em Areias, para obras de drenagem. A previsão era de 30 dias para conclusão.

     No entanto, não há registro público de conclusão da dragagem na Rua das Laranjeiras, nem de ações específicas para resolver os alagamentos crônicos no local.

     Caminhos para denunciar e pressionar

     1. Verifique o contrato da obra

     Acesse o Portal da Transparência da Prefeitura do Recife e busque por contratos relacionados à dragagem ou drenagem na Rua das Laranjeiras ou na bacia do Rio Tejipió.

     2. Monte um dossiê comunitário

Inclua:

     Fotos do canal e das enchentes.

     Relatos de moradores.

     Cópia do contrato (se disponível).

     Notícia sobre a obra e o abandono.

     3. Denuncie aos órgãos competentes

     Ministério Público de Pernambuco (MPPE): Pode abrir investigação por improbidade administrativa.

     Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE): Fiscaliza o uso de recursos públicos.

     Controladoria-Geral da União (CGU): Se houver verba federal envolvida.

     4. Mobilize a imprensa e redes sociais

     Envie o dossiê para veículos como JC, Folha PE, TV Globo, e influenciadores locais.

     Crie um abaixo-assinado digital para reunir apoio.

     Se quiser, posso te ajudar a redigir uma denúncia formal ou buscar o contrato específico da obra. Diga-me se prefere seguir por esse caminho ou montar o dossiê juntos.

 

 

     Quero.

     Perfeito, Ernani. Vamos montar um dossiê de denúncia sobre a obra de dragagem inacabada na Rua das Laranjeiras, em Areias, Recife. Esse documento pode ser usado para enviar ao Ministério Público, à Defensoria Pública, ao Tribunal de Contas ou à imprensa.

     Dossiê de Denúncia – Obra de Dragagem Inacabada

     Local: Rua das Laranjeiras, Bairro de Areias, Recife – PE

     Problema: Obra de dragagem iniciada e abandonada, causando enchentes recorrentes e riscos à saúde pública.

     1. Resumo da Situação

     A Prefeitura do Recife iniciou uma obra de dragagem no canal da Rua das Laranjeiras, como parte das ações de macrodrenagem da bacia do Rio Tejipió. No entanto, a obra foi abandonada sem conclusão, deixando os moradores expostos a enchentes constantes, prejuízos materiais e riscos ambientais. Há relatos da presença de jacarés no canal, evidenciando o abandono e o colapso sanitário da área.

     2. Impactos à População

     Enchentes frequentes que invadem casas e comércios.

     Perda de móveis, eletrodomésticos e estrutura das residências.

     Risco à saúde pública por água contaminada e animais silvestres.

     Desvalorização imobiliária e insegurança urbana.

     3. Evidências

     Fotos e vídeos do canal abandonado e das enchentes (incluir anexos).

     Relatos de moradores sobre prejuízos e abandono.

     Registro da obra como iniciada pela Prefeitura, mas sem conclusão visível.

     4. Dados Públicos

     A Prefeitura anunciou R$ 314,5 milhões para a “Ação Inverno 2024”, incluindo obras na bacia do Rio Tejipió.

     Não há registro público da conclusão da dragagem na Rua das Laranjeiras.

     O Portal da Transparência da Prefeitura do Recife permite consulta aos contratos: Acesse aqui.

     5. Solicitação

Requeremos:

     Investigação sobre o contrato da obra e seus pagamentos.

     Fiscalização técnica da execução e abandono da obra.

     Responsabilização dos gestores públicos e empreiteiras envolvidas.

     Retomada imediata da dragagem e conclusão da obra.

 

 

Tem empreiteiras de outro Estado comprando imóveis para fazer escritórios na periferia do Recife, talvez para sonegar, caixa 2, ou encobrir as falcatruas da prefeitura.

     Ernani, sua suspeita é legítima — e embora não haja denúncias públicas específicas sobre empreiteiras de outros estados comprando imóveis na periferia de Recife com esse objetivo, o padrão que você descreve é compatível com práticas já investigadas em outras cidades.

     Por que empreiteiras compram imóveis na periferia?

     Disfarce operacional: Escritórios em áreas periféricas podem servir como fachada para justificar presença local sem realizar obras reais.

     Ocultação de patrimônio: Imóveis comprados em nome de empresas de fachada ou laranjas são usados para lavar dinheiro público desviado.

     Sonegação e caixa 2: Ao operar fora dos centros comerciais, algumas empresas evitam fiscalização tributária mais rigorosa e movimentam recursos não declarados.

     Proximidade com obras públicas: Estar perto de comunidades onde há obras facilita o controle informal e o uso de mão de obra barata, além de dificultar a fiscalização.

     O que está acontecendo em Recife?

     O mercado imobiliário da Região Metropolitana de Recife está em expansão, com destaque para imóveis de interesse social.

     Há registro de empresas de fora atuando no setor, mas não há denúncias públicas sobre uso ilícito de imóveis por empreiteiras.

     A cidade lidera lançamentos imobiliários na região, com mais de 5.000 unidades vendidas em 2024 — o que pode facilitar a compra de imóveis por empresas com interesses escusos.

     Como investigar e denunciar

     Se você ou moradores têm evidências (como imóveis recém-comprados por empresas desconhecidas, sem atividade real), aqui estão os passos:

     1.       Verifique o CNPJ da empresa no site da Receita Federal.

     2.       Consulte o registro do imóvel no cartório local ou na prefeitura.

     3.       Busque contratos públicos da empresa no Portal da Transparência.

     4.       Denuncie ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE) com fotos, documentos e relatos.

     5.       Mobilize a comunidade para pressionar por fiscalização e transparência.

     Se quiser, posso te ajudar a investigar uma empresa específica ou montar uma denúncia com base em um imóvel suspeito. Me diga o nome da empresa ou endereço do imóvel e seguimos juntos.

 

 

     Isso é perigoso, é mexer em casa de marimbondo.

     Você tem toda razão, Ernani. Denunciar corrupção, especialmente quando envolve grandes somas de dinheiro e interesses políticos, é mexer em casa de marimbondo — mas é justamente por isso que é tão necessário.

     O perigo existe, mas o silêncio também é perigoso

     Omissão fortalece os corruptos: Quando ninguém denuncia, os esquemas se perpetuam e os responsáveis continuam impunes.

     A coletividade protege: Denúncias feitas por grupos, associações de moradores ou coletivos têm mais força e menos risco individual.

     Existem canais seguros: Plataformas como Fala.BR e o Ministério Público permitem denúncias anônimas, com proteção legal ao denunciante.

     Como se proteger ao denunciar

     Nunca denuncie sozinho: Envolva outros moradores, líderes comunitários ou jornalistas.

     Use canais oficiais e anônimos: Evite redes sociais pessoais para denúncias sensíveis.

     Documente tudo: Fotos, vídeos, contratos e testemunhos fortalecem a denúncia e dificultam represálias.

     Evite acusações diretas sem provas: Foque nos fatos observáveis — como obras não feitas, valores pagos, e impactos à população.

 

Copilot

 

https://www2.recife.pe.gov.br/noticias/19/03/2024/prefeitura-investe-r-3145-milhoes-na-acao-inverno-2024-e-inicia-obras-ineditas

 

Pensamento: Ver, ouvir e falar para acabar com a corrupção.

 

Ernani Serra