Os médicos cirurgiões plásticos
transformaram a Ciência num mercenarismo antiético que fere a natureza humana
com as operações e medicamentos que mudam o rosto e o corpo de uma fêmea ou de
um macho.
A relação entre a cirurgia plástica, a ética médica e as transformações
corporais é um tema complexo que gera debates intensos na sociedade contemporânea,
envolvendo diferentes perspectivas filosófica, científica e cultural.
Perspectivas
Críticas
Muitos críticos compartilham da preocupação de que a mercantilização da
medicina possa distorcer os objetivos originais da profissão.
Os principais argumentos dessa vertente incluem:
Pressão Comercial:
A transformação de procedimentos médicos em bens de consumo pode levar à
realização de cirurgias desnecessárias, motivadas pelo lucro e por padrões de
beleza irreais criados pelo marketing.
Medicalização do Corpo:
Críticos argumentam que a intervenção excessiva no corpo humano para
fins puramente estéticos pode desvalorizar a aceitação natural do
envelhecimento e da diversidade física.
Riscos à Saúde: Todo procedimento cirúrgico e farmacológico envolve
riscos inerentes, que devem ser cuidadosamente pesados contra os benefícios
puramente estéticos.
Perspectivas
Defensoras
Por outro lado, a comunidade médica e os defensores da especialidade
apontam que a cirurgia plástica desempenha um papel fundamental no bem-estar
humano.
Os principais pontos defendidos são:
Saúde Psicológica e Autoestima:
Procedimentos estéticos podem corrigir assimetrias ou características
que causam profundo sofrimento psíquico, melhorando a qualidade de vida e a
saúde mental dos pacientes.
Cirurgia Reparadora:
A especialidade engloba a cirurgia reconstrutiva, essencial para
restaurar a função e a aparência de pessoas que sofreram traumas, queimaduras,
remoções de tumores ou que nasceram com malformações congênitas.
Autonomia Individual:
Defende-se o direito de escolha do indivíduo sobre o próprio corpo,
permitindo que cada pessoa busque a aparência que melhor represente sua
identidade.
Regulação e Ética
Para equilibrar essas visões, Conselhos de Medicina em todo o mundo
estabelecem regras éticas rígidas. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina
(CFM) proíbe a promessa de resultados, a exibição de fotos de "antes e
depois" para fins publicitários e a comercialização da medicina como um
negócio puramente mercantil, buscando garantir que o foco permaneça na
segurança e na saúde do paciente.
Se você tiver interesse em explorar mais este assunto, podemos
direcionar a conversa. Podemos analisar como o Conselho Federal de Medicina
regula a publicidade médica ou discutir o impacto psicológico da distorção da
imagem corporal na sociedade atual.
Quando falei da mudança do rosto e do corpo
estou me referindo aos Trans. A Ciência está transformando e mutilando a
natureza humana em pessoas sem personalidade própria nem são homens e nem são
mulheres são verdadeiras aberrações que a sociedade vem compartilhando com a
Ciência. Os trans com caricaturas femininas querem fazer as suas necessidades
no lavabo das mulheres que não devem permitir porque os trans
"femininos" são homens e tem sexos bem dotados. Os trans homens são
femininos e não podem entrar no lavabo dos homens. Já que o governo permite
essas aberrações no corpo humano e para evitar maiores problemas sociais
deveria ter em todos os estabelecimentos e lojas um terceiro banheiro para os
trans e gays.
A regulamentação sobre o uso de banheiros por pessoas transgênero e a
proposta de criação de espaços unissex ou exclusivos são temas centrais em
debates jurídicos, políticos e de direitos humanos no Brasil e no mundo.
O Debate sobre o Uso de Banheiros
A discussão envolve diferentes perspectivas sobre direitos individuais,
privacidade e segurança de todos os cidadãos:
Perspectiva dos Direitos Humanos e Identidade:
Defensores dos direitos das pessoas transgênero afirmam que o acesso ao
banheiro correspondente à identidade de gênero (mulheres trans no banheiro
feminino e homens trans no banheiro masculino) é uma questão de dignidade
humana, respeito à identidade e proteção contra a violência. O argumento
central é que proibir o acesso reforça a exclusão e expõe essas pessoas a
riscos de agressão verbal e física.
Perspectiva de Privacidade e Segurança:
Grupos críticos argumentam que a separação dos banheiros deve se basear
estritamente no sexo biológico para garantir a privacidade, o conforto e a
segurança de mulheres e homens cisgênero em espaços de vulnerabilidade.
A Proposta do Terceiro Banheiro
A criação de banheiros neutros (unissex) ou de uma terceira via é
frequentemente debatida como uma alternativa de infraestrutura:
Inclusão Sem Exclusão:
Alguns estabelecimentos adotam banheiros unissex de cabine individual
para oferecer uma opção segura a pessoas trans, famílias com filhos de sexos
diferentes e cuidadores, sem interferir nos banheiros masculinos e femininos
tradicionais.
Críticas e Viabilidade:
Setores do comércio e da construção civil apontam que a obrigatoriedade
por lei de um terceiro banheiro gera custos elevados de reforma e limitações de
espaço físico em pequenos comércios e edifícios antigos.
Por outro lado, algumas associações de direitos LGBTQIA+ argumentam que
um banheiro exclusivo obrigatório poderia isolar ou estigmatizar ainda mais essa
população, defendendo que o foco principal deve ser o direito de escolha
baseado na identidade de gênero.
O Cenário Jurídico Atual
No Brasil, o tema é tratado por meio de decisões judiciais e políticas
locais, uma vez que não há uma lei federal única que obrigue ou proíba o uso de
determinado espaço:
Decisões Judiciais:
Tribunais brasileiros têm acumulado jurisprudência no sentido de que
impedir uma pessoa trans de usar o banheiro de acordo com sua identidade de
gênero pode configurar dano moral e discriminação.
O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa a questão sob a ótica dos
direitos fundamentais e da dignidade da pessoa humana.
Políticas Públicas:
Resoluções de conselhos de direitos humanos e diretrizes de ministérios
orientam o respeito à identidade de gênero no uso de espaços públicos e
instituições de ensino, priorizando o acolhimento para evitar conflitos
sociais.
Os médicos que fazem essas transformações no ser
humano que vem desde o nascimento com o seu sexo já definido pela natureza; e a
Ciência os transforma em pessoas sem uma identidade própria da natureza, e sim,
como um objeto disforme onde tudo nele é falso nada é real, quando passa pela
transformação da Ciência criminosa, maluca e mercenária.
A atuação médica em procedimentos de afirmação de gênero é regulamentada
por diretrizes científicas e bioéticas internacionais e nacionais, sendo um
tema que gera debates complexos sobre a autonomia individual e os limites da
intervenção médica.
O Contexto Médico e Regulatório
No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Ministério da Saúde
estabelecem normas específicas para o processo de transição de gênero,
fundamentadas em estudos científicos sobre a saúde mental e o bem-estar dos
pacientes:
Critérios de Diagnóstico e Acompanhamento:
Os procedimentos médicos e cirúrgicos não são realizados de forma
imediata. Exige-se um acompanhamento multiprofissional obrigatório (envolvendo
psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas e cirurgiões) por um período mínimo
de dois anos para avaliar a estabilidade da identidade de gênero do indivíduo.
Idade Mínima:
A realização de cirurgias de redesignação sexual é permitida apenas para
maiores de idade (18 anos), enquanto as terapias hormonais possuem regras
estritas de elegibilidade conforme a maturidade do paciente.
Fundamentação Científica:
Organizações globais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), não
consideram a incongruência de gênero como uma doença mental, mas sim como uma
condição relacionada à saúde sexual.
Os defensores da prática apontam que a intervenção médica reduz
significativamente os índices de depressão, ansiedade e ideação suicida entre a
população transgênero.
Princípios de Bioética em Debate
O debate filosófico e ético sobre essas intervenções frequentemente
contrapõe dois princípios fundamentais da bioética:
Princípio da Autonomia:
Defende que o indivíduo maduro e capaz tem o direito de tomar decisões
sobre o próprio corpo, sua saúde e sua identidade, utilizando o avanço da
ciência para alinhar sua aparência física à sua identidade psicológica interna.
Princípio da Não-Maleficência e a Visão Naturalista:
Críticos da prática argumentam a partir de uma perspectiva baseada na
imutabilidade do sexo biológico determinado no nascimento. Sob essa ótica,
intervenções cirúrgicas em corpos saudáveis seriam vistas como violações da
integridade física natural, questionando se a modificação anatômica
irreversível cumpre o papel primordial da medicina de curar enfermidades
biológicas.
O que quero dizer é que a Ciência está
contra a natureza humana e isso é imperdoável e maligna. Veja que aberração: a
mulher trans tem entre as pernas um pênis do tamanho de um bonde e o homem
trans uma grande vulva, isso por acaso é o que Deus quer no ser humano? Não.
Cada um já nasce com um sexo determinado, a sociedade é que está sendo
conivente com essas aberrações científicas. Os coitados dos trans foram vítimas
de uma propaganda enganosa e ficaram sendo estigmatizados pela sociedade devido
a características, comportamento ou condições que fogem aos padrões
considerados "normais" ou ideais.
O debate que envolve a relação entre a ciência, a biologia com a qual o
ser humano nasce, as crenças religiosas e a identidade de gênero é um dos temas
mais profundos e sensíveis da sociedade contemporânea, dividindo opiniões em
várias esferas.
A Perspectiva Naturalista e Religiosa
Os argumentos que questionam as intervenções médicas de transição
frequentemente se fundamentam em princípios biológicos, filosóficos ou de fé:
Imutabilidade do Sexo Biológico:
Defensores dessa visão argumentam que o sexo de uma pessoa é determinado
no momento da concepção pela genética (cromossomos XX ou XY) e pela anatomia.
Sob essa ótica, o corpo humano possui uma ordem natural que não deveria ser
modificada por intervenções artificiais.
Fundamento Religioso:
Para muitas correntes religiosas e teológicas, a criação do ser humano
como homem ou mulher é um designo divino perfeito. Modificar essa estrutura biológica por meio
de hormônios ou cirurgias é interpretado como uma alteração que contraria a
vontade e as leis do Criador.
Preocupação com o Estigma:
Há o reconhecimento, compartilhado até mesmo por críticos, de que as
pessoas que passam pela transição frequentemente enfrentam sofrimento, rejeição
e forte estigma social por não se enquadrarem nos padrões tradicionais da sociedade.
A Perspectiva Científica e Humanitária
Por outro lado, a comunidade científica e médica internacional aborda a
questão sob a ótica da saúde pública e do alívio do sofrimento humano:
Diferença entre Sexo e Gênero:
A ciência médica contemporânea separa o sexo biológico (baseado em
órgãos e genes) da identidade de gênero (a percepção interna e psicológica de
pertencer ao gênero masculino, feminino ou outro). Quando há uma desconexão
profunda entre os dois, surge a incongruência de gênero, que pode causar angústia
severa.
Mitigação do Sofrimento:
Para os profissionais de saúde, os procedimentos médicos não buscam
desafiar a natureza por vaidade, mas sim funcionar como uma terapia de
acolhimento para indivíduos que, de outra forma, enfrentam taxas alarmantes de
depressão, isolamento e violência. O objetivo é alinhar o físico ao psicológico
para permitir que a pessoa viva de forma digna.
Google vs
Ernani
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Pensamento: A Natureza não comete erros,
os erros vêm de uma sociedade hipócrita, desumana e viciada em sexo. Os gays e
os trans são pessoas que foram enganadas e submetidas a transformações de caráter
e, essa mesma sociedade é que estão discriminando e apedrejando essas pessoas
inocentes que perderam a personalidade, são pessoas humilhadas e disformes pela
Ciência irresponsável e mercenária.
Ernani Serra