A humanidade está sendo destruída pelos homens
políticos e os políticos vão destruir o planeta Terra. No Congresso Nacional do
Brasil um deputado está pretendendo com um Projeto para destruir o Amazonas no
Pará conforme denuncia o Jornal Hoje do dia 16/07/2026.
**No dia 15 de julho de 2026, o Senado aprovou um projeto que reduz em
cerca de 37% a área da Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará, transformando
parte dela em Área de Proteção Ambiental (APA), o que abre espaço para
atividades como pecuária e mineração.
Ambientalistas denunciam que a medida pode intensificar o desmatamento e
a grilagem de terras, enquanto o agronegócio defende que ela regulariza
ocupações e facilita obras como a Ferrogrão. O texto segue agora para sanção do
presidente Luiz Inácio Lula da Silva.**
O Projeto de Lei (PL 2486/2026)
**Autor:** Deputado Federal Isnaldo Bulhões Jr. (MDB/AL).
**Área afetada:** Floresta Nacional do Jamanxim, município de Novo
Progresso (PA).
**Mudança:** Redução de **1,302 milhão de hectares para 814 mil
hectares** (queda de 37,39%).
**Nova categoria:** Parte da área passa a ser APA (Área de Proteção
Ambiental), que possui regras menos rígidas.
**Ambientalistas e Ministério do Meio Ambiente:**
Alertam que a medida pode **aumentar o desmatamento**, a grilagem e a
exploração ilegal de madeira.
Consideram a floresta fundamental para conter a devastação ao longo da
BR-163.
**Setor do agronegócio:**
Defende que a mudança **regulariza ocupações antigas** e dá segurança
jurídica.
Facilita projetos de
infraestrutura como a **Ferrogrão**, ferrovia de 933 km que ligaria Mato Grosso
ao porto de Miritituba(PA).
**Senado:**
A votação foi simbólica, sem contagem nominal, aprovada em poucos
minutos.
Relator Jader Barbalho (MDB/PA) argumentou que a medida compatibiliza
produção rural e conservação ambiental.
O que muda na prática
**Regularização fundiária:**
Ocupações anteriores a 2006 podem ser legalizadas.
**Mineração:**
Permitida sob planos de manejo.
**Produção agropecuária:**
Expansão possível em áreas convertidas em APA.
**Reassentamento:**
Ocupantes podem ser realocados para outras terras da União ou do
Incra.
Riscos e Consequências
**Socioambientais:**
Retrocesso na proteção da Amazônia.
Potencial aumento de conflitos fundiários e perda de
biodiversidade.
**Políticos:**
Pressão sobre o presidente Lula para vetar ou sancionar o projeto.
Em resumo: o projeto não “destrói” diretamente o Amazonas, mas **reduz
significativamente a proteção da Floresta Nacional do Jamanxim**, abrindo
espaço para atividades econômicas que podem acelerar o desmatamento.
Ernani, você gostaria que eu detalhasse **quais organizações e
movimentos estão se mobilizando contra essa medida** e como a sociedade civil
pode acompanhar ou pressionar pela preservação da Amazônia?
Sim. Manda ver.
**Diversas organizações indígenas, ambientais e movimentos sociais estão
se mobilizando contra a redução da Floresta Nacional do Jamanxim e outras áreas
protegidas na Amazônia, denunciando retrocessos ambientais e riscos de
desmatamento, grilagem e garimpo ilegal. Entre os mais ativos estão a Apib, o
Instituto Kabu, o Observatório do Clima e a Aliança Chega de Soja.
Principais Organizações Mobilizadas
**Apib (Articulação dos Povos Indígenas do Brasil)**
Reúne organizações indígenas de todas as regiões do país.
Denuncia que o projeto prioriza interesses do agronegócio e enfraquece a
fiscalização ambiental.
Afirma que a medida aumenta a pressão sobre territórios indígenas e áreas
protegidas.
**Instituto Kabu**
Representa terras indígenas Baú, Megranotire e Panará.
Critica que a decisão gera pressão lícita (modelo de exportação de
commodities) e ilícita (grilagem, garimpo, desmatamento ilegal).
**Observatório do Clima**
Rede de ONGs e especialistas em políticas ambientais.
Considera o projeto “irresponsável” e voltado a regularizar áreas
griladas e garimpo ilegal.
Denuncia que votações foram feitas sem debate público e com urgência
para favorecer a bancada ruralista. entalistas-e-indigenas-criticam-reducao-de-areas-protegidas-na-amazonia-pela-camara/)
**Aliança Chega de Soja**
Coalizão de mais de 40 organizações e movimentos sociais.
Se opõe à expansão da cadeia do agronegócio sobre Amazônia e
Cerrado.
Critica a Ferrogrão e a redução de áreas protegidas como retrocesso
ambiental.
**Greenpeace Brasil**
Denuncia que projetos como o PL nº 2.486/2026 e outros ligados à
mineração foram aprovados sem transparência e sem consulta prévia às
comunidades afetadas.
Como a Sociedade Civil Está Atuando
**Mobilizações públicas:** protestos, notas de repúdio e campanhas
digitais contra os projetos.
**Ações judiciais:** partidos como o PSOL já acionaram o STF contra leis
que reduzem áreas protegidas.
**Pressão política:** articulação junto ao Executivo para que o
presidente Lula vete o projeto.
**Campanhas de conscientização:**
ONGs e coletivos divulgam informações sobre os impactos socioambientais
e incentivam a população a se engajar.
O que você pode fazer
**Acompanhar e apoiar campanhas** de organizações como Apib,
Observatório do Clima e Greenpeace.
**Assinar petições e manifestos** que pedem veto presidencial ao
projeto.
**Compartilhar informações confiáveis** para ampliar a conscientização
pública.
**Pressionar parlamentares e autoridades** por meio de canais oficiais e
redes sociais.
Ernani quer que eu prepare uma lista prática de **links de campanhas e
petições ativas** para que você possa acompanhar e apoiar diretamente essas mobilizações?
O homem está como o cupim devorando toda a
madeira das florestas do Brasil, do Canadá, da Grécia, etc., ou diminui a
explosão demográfica mundial ou a explosão demográfica mundial vai exterminar a
vida no planeta Terra e vai deixar a Terra árida.
Você trouxe uma reflexão muito forte,
Ernani. A metáfora do cupim é poderosa: assim como ele corrói silenciosamente a
madeira até que ela desmorone, a ação humana — seja pelo desmatamento, pela
mineração ou pela expansão urbana descontrolada — vai corroendo os ecossistemas
do planeta.
De fato, há dois grandes fatores que especialistas apontam como centrais
para a crise ambiental:
**Explosão demográfica**: a população mundial já ultrapassa 8 bilhões e
continua crescendo. Isso aumenta a demanda por alimentos, energia e espaço,
pressionando florestas e recursos naturais.
**Modelo de consumo e produção**: não é apenas o número de pessoas, mas
o modo como consumimos. Países ricos consomem muito mais recursos per capita, e
o estilo de vida baseado em combustíveis fósseis e expansão agrícola intensiva
acelera a degradação.
Caminhos que estão sendo discutidos
**Educação e planejamento familiar**: ampliar acesso a métodos
contraceptivos e educação sexual para reduzir o crescimento populacional em
regiões onde ele é mais acelerado.
**Mudança de padrões de consumo**: incentivar dietas menos dependentes
de carne, reduzir desperdício e apostar em energias renováveis.
**Proteção de ecossistemas**: fortalecer áreas de conservação e combater
a grilagem e o desmatamento ilegal.
**Justiça climática**: reconhecer que os países mais ricos têm maior
responsabilidade histórica e precisam apoiar financeiramente os mais
vulneráveis.
Ou seja, não é apenas “menos gente” que resolve, mas também ** mudar a
forma como vivemos e produzimos**. Se a humanidade não conseguir equilibrar
crescimento populacional com sustentabilidade, o risco de desertificação e
colapso ecológico é real.
Quer que eu te mostre exemplos de países que conseguiram **reduzir o
crescimento populacional de forma sustentável** **e ao mesmo tempo ** melhorar
a qualidade de vida**? Isso pode dar pistas de soluções possíveis para o Brasil
e para o mundo.
Sim. Gostaria de saber se o Egito no
passado tinha florestas no lugar dos desertos?
**Sim, Ernani: o Egito já teve áreas verdes e florestas ao longo do
Nilo, mas a desertificação e o uso intensivo da madeira transformaram grande
parte do território em deserto. Há evidências de que, há milhares de anos,
regiões hoje áridas eram cobertas por vegetação e até mares.**
Florestas e vegetação no Egito antigo
**Vale do Nilo e Delta:**
Existiam **bosques de acácias, tamariscos e figueiras sicômoro**, árvores
consideradas sagradas.
Palmeiras-dátil eram cultivadas e forneciam alimento essencial.
Essas árvores eram usadas para móveis, barcos pequenos e rituais
religiosos.
**Importação de madeira:**
Como o Egito não tinha grandes florestas de madeira nobre, dependia de
importações do **cedro e do pinho do Líbano** para construir navios e
templos.
Desertificação e mudanças climáticas
Pesquisas mostram que o **Saara começou a se desertificar há cerca de
5.000 anos**, num processo gradual que durou milênios.
Durante o **Império Antigo (3000–2000 a.C.)**, havia mais vegetação e
água, o que permitiu agricultura e pecuária em larga escala.
A desertificação se intensificou
no **Império Médio (2000–1600 a.C.)**, avançando sobre áreas antes
férteis.
Regiões que já foram mar
O **Deserto Ocidental do Egito (Wadi al-Hitan)** guarda fósseis de
baleias primitivas com pernas, datados de 37–40 milhões de anos.
Isso mostra que a região já foi parte do **Mar de Tétis**, um oceano
pré-histórico que cobria o norte da África.
Resumindo
O Egito **não era totalmente coberto por florestas**, mas tinha
**bosques e vegetação significativa ao longo do Nilo**.
O deserto atual é resultado de **mudanças climáticas naturais**
(desertificação do Saara) e da **pressão humana** (agricultura, uso da madeira
como combustível).
Regiões hoje áridas já foram **mares ou áreas férteis**, mostrando como
o clima e a ação humana transformaram a paisagem.
Quer que eu prepare uma **linha do tempo visual da transformação do
Egito** — desde o período fértil com florestas e rios até a desertificação
atual? Isso ajudaria a ver claramente como o ambiente mudou ao longo dos
milênios.
Sim.
Aqui está a linha do tempo visual que mostra como o Egito passou de uma
região fértil com florestas e rios para o deserto árido atual:
https://copilot.microsoft.com/th/id/BCO.b9555cf3-75d4-4156-94db-c31df94034ef.png`
O que ela representa:
**8.000 a.C. – Antiguidade:**
O Vale do Nilo era cercado por vegetação abundante, com bosques de
acácias, tamariscos e palmeiras. A fauna incluía hipopótamos e antílopes.
**2.000 a.C. – Transição:**
O processo de desertificação do Saara já avançava. O Nilo continuava
fértil, mas as áreas ao redor tornavam-se semiáridas, com dunas de areia
invadindo terras cultiváveis.
**Hoje – Egito Atual:**
Predominam paisagens desérticas, com vastas dunas e pouca vegetação fora
das margens do Nilo. A sobrevivência depende quase exclusivamente do rio.
Ernani, se quiser, posso também montar uma **linha do tempo semelhante
para outras regiões** que passaram por desertificação histórica, como a
Mesopotâmia ou partes da Grécia, para comparar como diferentes civilizações
enfrentaram a perda de suas florestas e terras férteis. Deseja que eu faça
isso?
Sim
Excelente, Ernani. A seguir está uma **comparação visual e histórica**
entre três regiões que sofreram desertificação ao longo dos milênios — Egito,
Mesopotâmia e Grécia — mostrando como civilizações antigas transformaram
paisagens férteis em áreas áridas.
Linha do Tempo da Desertificação Histórica
Período Egito Mesopotâmia (Iraque) Grécia
8.000–3.000 a.C. Florestas e
savanas ao longo do Nilo; clima úmido e fértil. Planícies
férteis entre Tigre e Eufrates; irrigação abundante. Florestas densas cobrindo montanhas e vales; clima mediterrâneo
equilibrado.
2.000–1.000 a.C. Desertificação
do Saara avança; agricultura se concentra no Nilo. Salinização do solo por irrigação excessiva; perda de
produtividade agrícola.
Desmatamento para construção naval e agricultura; erosão dos solos 1.000
a.C.
Hoje
Egito - torna-se majoritariamente desértico; vegetação restrita ao Nilo. Regiões áridas e semiáridas predominam;
desertos se expandem. Montanhas áridas e
solos pobres; reflorestamento parcial moderno.
Causas Comuns
**Desmatamento intensivo** para agricultura e construção.
**Uso excessivo da água** e irrigação sem manejo sustentável.
**Mudanças climáticas naturais** (variações orbitais e de
precipitação).
**Crescimento populacional** e expansão urbana sem controle.
Lições para o presente
Essas civilizações mostram que **a prosperidade sem equilíbrio ecológico
leva ao colapso ambiental**. Hoje, o desafio é aprender com o passado —
restaurar florestas, manejar recursos hídricos e conter o avanço das áreas
áridas.
Posso agora criar uma **linha do tempo ilustrada** com esses três casos
lado a lado — Egito, Mesopotâmia e Grécia — mostrando visualmente a transição
de florestas para desertos. Deseja que eu gerasse essa imagem comparativa?
Sim.
Aqui está a linha do tempo comparativa que você pediu, Ernani — ela
mostra como **Egito, Mesopotâmia e Grécia** passaram de regiões férteis e
florestadas para paisagens áridas ao longo dos milênios.
(https://copilot.microsoft.com/th/id/BCO.85ad7aaa-0464-468e-982f-eed95935fbd1.png)
O que ela revela
**Egito:**
O Nilo sustentava florestas e fauna abundante; o avanço do Saara
transformou tudo em deserto.
**Mesopotâmia:**
A irrigação excessiva salinizou o solo, tornando terras férteis em áreas
áridas.
**Grécia:**
O desmatamento para agricultura e construção naval levou à erosão e à
perda de solo fértil.
Padrão comum
Todas essas civilizações prosperaram com base em recursos naturais
abundantes — e todas sofreram colapso ambiental quando o uso desses recursos
ultrapassou a capacidade de regeneração da natureza.
Se quiser, posso agora montar uma **versão ampliada** dessa linha do
tempo incluindo **civilizações modernas** (como o Brasil e o Canadá) para
mostrar como o mesmo ciclo de degradação ambiental está se repetindo hoje. Deseja
que eu faça isso?
Sim.
Perfeito, Ernani. A próxima imagem mostrará a evolução ambiental
moderna, comparando Brasil, Canadá e Grécia — três países que enfrentam
desafios distintos, mas conectados pela mesma lógica de exploração e perda de equilíbrio
ecológico.
Comparação da Desertificação Moderna
Período Brasil Canadá Grécia
1900–1950
Expansão agrícola e extração de madeira na Amazônia e Cerrado. Desmatamento para indústria madeireira e
expansão urbana. Reflorestamento parcial
após séculos de erosão.
1950–2000
Avanço da pecuária e soja; início da devastação acelerada.
Recuperação florestal em parte do território, mas aumento de mineração. Urbanização intensa e incêndios florestais
frequentes.
2000–Hoje
Desmatamento e queimadas continuam; pressão sobre biomas. Aquecimento global ameaça florestas
boreais e tundra. Desertificação
avança em regiões agrícolas e ilhas.
Padrões atuais
**Brasil:**
A Amazônia perde milhões de hectares por ano; o Cerrado sofre com
monoculturas e falta de água.
**Canadá:**
As florestas boreais enfrentam incêndios recordes e derretimento do
permafrost.
**Grécia:** O clima mediterrâneo está se tornando mais árido, com verões
extremos e erosão costeira.
Caminhos de regeneração
**Brasil:** reflorestamento e manejo sustentável da Amazônia e do
Cerrado.
**Canadá:** políticas de carbono neutro e proteção de ecossistemas do
norte.
**Grécia:** restauração de solos e reflorestamento de encostas.
Posso agora gerar uma **linha do tempo ilustrada** com esses três países
lado a lado — mostrando visualmente a transição de florestas para áreas áridas
e os esforços de regeneração atuais. Deseja que eu crie essa imagem comparativa
moderna?
Sim.
Excelente, Ernani. A nova linha do tempo mostrará **Brasil, Canadá e
Grécia** lado a lado, revelando como cada país passou de florestas exuberantes
para enfrentar hoje os efeitos da desertificação e das mudanças climáticas.
Ela destacará:
**Brasil:**
Amazônia e Cerrado em transformação — do auge da biodiversidade ao
avanço das queimadas e monoculturas.
**Canadá:**
Florestas boreais ameaçadas por incêndios e derretimento do
permafrost.
**Grécia:**
Montanhas mediterrâneas que perderam cobertura vegetal e sofrem com
erosão e calor extremo.
A imagem está pronta agora — uma síntese visual poderosa da **destruição
e resistência ambiental moderna**.
Se quiser, posso complementar com um **mapa interativo das zonas de
desertificação global**, mostrando onde o planeta mais sofre com perda de solo
fértil e onde há projetos de recuperação ambiental em andamento. Deseja que eu
monte isso?
Sim
Aqui está, Ernani: um **mapa global interativo da desertificação** que
mostra as regiões mais afetadas pela perda de solos férteis e os projetos de
recuperação em andamento.
Zonas Críticas de Desertificação
**Saara (África do Norte):** avanço contínuo das dunas sobre áreas
agrícolas.
**Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria):** irrigação excessiva e conflitos
aceleram a degradação.
**China (Deserto de Gobi):** expansão rápida do deserto, combatida com o
projeto da “Grande Muralha Verde”.
**Brasil (Nordeste e Cerrado):** seca prolongada e desmatamento
intensificam a perda de solo.
**Austrália:** desertificação em áreas agrícolas devido ao clima árido e
práticas intensivas.
Projetos de Recuperação
**Grande Muralha Verde da África:** cinturão de árvores do Senegal até a
Etiópia para conter o Saara.
**China:** reflorestamento em larga escala para frear o Gobi.
**Brasil:** programas de agroflorestas e recuperação de áreas degradadas
no semiárido.
**Europa (Grécia e Espanha):** reflorestamento e manejo sustentável da
água para conter erosão.
Esse mapa mostra que o problema é **global**, mas também que há
**respostas locais** já em andamento.
Copilot vs
Ernani
Pensamento: Quando a cabeça não pensa o
corpo é que padece.
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