Pesquisar este blog A VERDADE ACIMA DE TUDO - ERNANI SANTOS CUNHA SERRA

domingo, 1 de março de 2020




Bolsonaro assina projeto que permite mineração em terras indígenas


     Promessa antiga do governo, texto prevê regulamentação do garimpo e da geração de energia em reservas. Presidente diz que "índios são tão brasileiros quanto nós" e que, se pudesse, confinaria ambientalistas na Amazônia.
    Garimpo ilegal nas terras dos indígenas Kayapó, no Pará, em foto de 2015
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira (05/02) um projeto de lei para regulamentar a mineração e a geração de energia elétrica em reservas indígenas. A medida, que vem sendo estudada pelo governo desde o ano passado, é rechaçada por entidades indígenas e ambientalistas.
     O projeto de lei será agora analisado pelo Congresso Nacional, onde precisa ser aprovado pelo plenário da Câmara e do Senado, antes de ser sancionado pelo presidente.
     A assinatura do texto foi realizada durante uma cerimônia no Palácio do Planalto em comemoração aos 400 dias de Bolsonaro no poder. Em discurso, o presidente afirmou ser um "sonho" a liberação de reservas indígenas para a mineração, promessa antiga de seu governo.
     "Espero que esse sonho pelas mãos do Bento [Albuquerque, ministro de Minas e Energia] e dos votos dos parlamentares se concretize. O índio é um ser humano exatamente igual a nós. Tem coração, tem sentimento, tem alma, tem desejo, tem necessidades e é tão brasileiro quanto nós", afirmou Bolsonaro, ecoando uma posição controversa sobre povos indígenas.
     No mês passado, o mandatário foi acusado de discriminação por diferentes organizações indígenas devido a uma declaração semelhante. "Cada vez mais, o índio é um ser humano igual a nós. Então, vamos fazer com que o índio se integre à sociedade e seja realmente dono da sua terra indígena, isso é o que a gente quer aqui", dissera ele em janeiro.
     Nesta quarta-feira, antes do presidente, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também se pronunciou, comparando a medida com uma espécie de nova "Lei Áurea".
     "Pois hoje, presidente, com sua assinatura, será a libertação, ou seja, nós teremos a partir de agora a autonomia dos povos indígenas e sua liberdade de escolha. Será possível minerar, gerar energia, transmitir energia, exploração de petróleo e gás e cultivo das terras indígenas. Ou seja, será a Lei Áurea", declarou o ministro.
     A exploração de minérios em terras indígenas é uma possibilidade prevista pela Constituição de 1988, mas como nunca foi aprovada uma regra específica com critérios e procedimentos, é hoje uma prática ilegal no país. "Nunca é tarde para ser feliz, 30 anos depois", disse Bolsonaro.
     O projeto do governo visa regulamentar a exploração mineral e energética, como de petróleo e de gás, em reservas. As comunidades indígenas terão poder de veto para a atividade de garimpo, mas serão apenas consultadas previamente nos casos de exploração energética, que inclui a construção de hidrelétricas e termelétricas, por exemplo.
     O texto também permite que os próprios índios explorem economicamente suas terras por meio de atividades como agricultura, pecuária e turismo, atualmente vetadas nas reservas.
     Desde que Bolsonaro anunciou que seu governo estava se preparando para enviar o projeto de lei ao Congresso, ONGs e especialistas vêm criticando a medida de exploração econômica nas aldeias. O presidente chegou a ironizar ambientalistas nesta quarta-feira, afirmando que, se pudesse, confinaria esses ativistas na Amazônia para que parem de atrapalhar.
     "Vamos sofrer pressões dos ambientalistas? Ah, esse pessoal do meio ambiente, né? Se um dia eu puder, eu confino-os na Amazônia, já que eles gostam tanto do meio ambiente. E deixem de atrapalhar os amazônidas daqui de dentro das áreas urbanas", declarou.
     Entre as entidades indígenas contrárias à medida, está a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), representante de 180 povos de nove estados na Amazônia, que ocupam 98% da área de reservas indígenas no país.
     A Coiab diz ser contra a regulamentação da mineração, ainda que com autorização das comunidades afetadas e compensações financeiras. Mario Nicacio, do povo Wapichana, e vice-coordenador da Coiab, afirmou à DW Brasil no ano passado que, para a maioria dos povos indígenas, o aspecto econômico não é prioritário, mas sim os aspectos ambiental e cultural.
     "Já tivemos experiência com outros empreendimentos com compensações financeiras [como construção de hidrelétricas]. Vimos que não compensa a destruição de um rio, de uma serra, e coloca a vida dos povos indígenas em risco", disse.
EK/afp/efe/ots
     A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

                RAONI E A UNIÃO DOS INDÍGENAS
     Atendendo ao chamado de cacique Raoni, mais de 600 lideranças indígenas de 47 etnias, como os tapirapé se deslocaram pelo rio Xingu ou pelas estradas de terra até o local do encontro, de 12 a 17 de janeiro. A viagem de muitos indígenas até o local da reunião, Terra Indígena Capoto Jarina, Mato Grosso, foi apoiada com recursos recebidos de doadores internacionais.(DeutscheWelle)
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 Líderes indígenas dizem temer genocídio e apoiam cacique Raoni, atacado por Bolsonaro (Folha de São Paulo)


     Comentário
     O governo de Jair Bolsonaro está fazendo o mesmo que no passado fizeram com os índios, dividindo os povos, através do dinheiro e de promessas que não vão cumprir aos índios, mais uma vez, os índios serão enganados por este governo. Com a divisão de povos indígenas haverá o perigo de confronto entre essas mesmas etnias que vão se digladiar entre si, e com essa guerra, vão se tornar extintas como aconteceu no passado, os europeus conseguiram dividir as tribos que tomaram posição contrária umas contra as outras e lutaram contra o seu próprio povo e hoje estão extintas. É o que o Bolsonaro quer fazer com as tribos do Amazonas, já conseguiu o apoio de algumas tribos que estão do lado do governo em troca de quinquilharias, promessas e propinas, e vão ser jogadas umas contra as outras tribos que se oporem aos seus propósitos de extinguir a etnia indígena e implantar um império econômico internacional de destruição da floresta amazônica. As tribos estão sendo enganadas por este governo e devem se unir com o seu povo e não, com os homens brancos que só querem enganar e explorar os índios até a sua extinção. Se o governo conseguir invadir as terras indígenas haverá um genocídio, através da poluição dos rios e da extinção das árvores e os índios vão morrer envenenados, sem alimentos, sem água potável. É o fim desses povos aborígenes.

Ernani Serra


terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

¿Por que a Amazônia é importante?

Ocupação da Amazônia



O DEMOLIDOR DA FLORESTA AMAZÔNICA


     O presidente Jair Bolsonaro está agindo de maneira inconsequente com relação ao desmatamento da floresta Amazônica, está avançando como um cupim esfomeado e; está levando o Brasil e o mundo a uma situação de desequilíbrio ambiental e a temperaturas elevadas. O homem está agindo como um insano sem se preocupar com as consequências dos seus atos contra a natureza.
     O presidente está sendo manipulado pelos interesses internacionais de ocupação e exploração das riquezas da floresta Amazônica. Vai se concretizar com o que já vinha sendo dito há muitos anos que a Amazônia pertencia aos EUA, e agora, com esse governo brasileiro xenófilo que só visa a queda da Amazonas para a ocupação dos empresários e agronegócios do poder econômico nacional e internacional, a Amazônia vai ser entregue aos EUA como o presidente já tinha dito ao repórter numa entrevista em vídeo.
     Nunca vi um presidente tão ingênuo e negligente que subestima a força de trabalho dos brasileiros e elogia os EUA como o salvador do Brasil, quando na verdade esse país como qualquer outro que venha invadir oficialmente o Brasil não está interessado nos problemas dos brasileiros e sim, na exploração das riquezas que vão levar e quando não tiver mais nada vão dar uma banana para todos aqui no Brasil.
     Eu não sei o que esse capitão aprendeu na AMAN, ou foi patriotismo (integralismo) ou a Academia das Agulhas Negras estão a serviço dos EUA para fazer uma lavagem cerebral nos estudantes a oficiais para idolatrar e amar os EUA, (traição de Lesa a Pátria).
     Já não achou pouco o desmatamento e as queimadas de milhares de hectares da floresta Amazônica provocadas intencionalmente pelos ruralistas com o aval do presidente da República Federativa do Brasil. Agora quer que Roraima e Amapá através de medida provisória 901 que vai ser tramitada no Congresso Nacional e que, se for aprovada serão uma grande destruição da floresta Amazônica. Essa medida provisória estipula um desmatamento de 50% das áreas florestais desses dois Estados brasileiros, vai ser uma grande farra para os madeireiros, grileiros, ruralistas etc. Essa farra vai dar panos para as mangas para que outros Estados brasileiros possam também desmatar na mesma proporção.
     Quem pode parar esse desvairado idólatra dos EUA.

Ernani Serra




Pensamento: Sem a floresta, sem água, sem alimento, sem nada, fome e miséria social.

Ernani Serra

sábado, 15 de fevereiro de 2020



QUEM SÃO OS PARASITAS?


     O que são parasitas humanos?
     Os parasitas são seres vivos que extraem de outros organismos os recursos necessários para a sua sobrevivência. Existem várias espécies destes seres que parasitam os seres humanos. Alguns são inofensivos, porém muitos causam doenças graves.
     Os parasitas humanos é a classe social que só sobrevive dos esforços dos outros (trabalhadores) são pessoas sem recursos próprios.
     Os parasitas inofensivos são aqueles que precisam do INSS para sobreviver: os aposentados, e os que vivem de benefícios daquele órgão estatal.
     Os parasitas ofensivos são aqueles que sugam o povo e os trabalhadores e vivem dessa classe social.
     São eles: o Estado (municípios e capitais), os banqueiros, as monarquias, as ditaduras e o capitalismo (democrático, republicano, etc).
     O Estado não tem recursos próprios e vivem a sugar a última gota de sangue dos trabalhadores e do povo em geral (através dos impostos e taxas) que esmagam as suas economias e seu poder aquisitivo.
     Os banqueiros é outra classe de parasita que não faz nada além de extorquir o povo através da rede bancária com impostos e taxas elevadíssimas deixando muita gente na inadimplência e com o nome sujo na praça. Essa classe não tem dó de ninguém: são frios, calculistas, só pensam em si mesmos, é a personalização do egoísmo e do egocentrismo no DNA dos banqueiros.
     As monarquias sempre foram um governo pomposo como verdadeiros pavões; viviam e vivem à custa do povo faminto e desnutrido extraindo tributos: em moedas, animais, e tudo que fosse útil ao reinado, isso no passado, no presente, vive à custa de uma compensação bilionária que o Estado paga para a sobrevivência dessa classe monárquica parasitária.
     As ditaduras é outro regime totalitário parasitário que só beneficia uma só pessoa, sua família e os capachos que os acompanham em sua jornada de extorsão e opressão ao povo.
     O capitalismo como o próprio nome diz, é um governo que explora o povo através da rede bancária e de impostos e taxas governamentais criadas para sugar o povo. Tem regimes capitalistas que o governo não faz nada além de extorquir o povo e passar a mão no dinheiro público sem nada fazer pelo bem estar da nação, esse é o pior dos parasitas; e tem os parasitas capitalistas bem melhores que empregam o dinheiro público em benefício do povo.
     O hospedeiro é sempre o povo que paga para os parasitas sociais viverem e sobreviverem muito bem e até como marajás. O hospedeiro vive anêmico de tanto sangue (impostos e taxas) que os parasitas os sugam.
     O ser humano tem a tendência de explorar o próprio homem. São esses parasitas que estão destruindo o planeta que antes de se tornar civilização era um paraíso para o homem primitivo, os parasitas foram se civilizando e tornaram esse paraíso num paraíso infernal.
     Os parasitas não se estão dando conta de que estão destruindo a natureza e que, cada dia o seu espaço se torna menor e quanto menor ficar mais fome, miséria e morte haverá nesse inferno.
     A natureza por sua vez faz justiça e se revolta contra as injustiças do homem. As catástrofes e tudo de ruim que está acontecendo na natureza são reflexas da má gestão do homem aqui na Terra. O homem está cavando a sua própria cova e não está percebendo. A ambição e o poder estão deixando os parasitas cegos.

Ernani Serra

Pensamento: Cegos são aqueles que têm olhos e não tem visão para enxergar.

Ernani Serra

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020



QUE PRESIDENTE É ESSE?


     O Bolsonaro é um presidente muito sistemático, ora diz uma coisa, ora diz outra coisa desfazendo da primeira, não pensa antes de falar e nem mede as consequências no que diz. Tem um temperamento explosivo que foge dos padrões diplomáticos, tem facilidade de perder o equilíbrio emocional principalmente com os repórteres e pessoas que contrariam as suas ações.
     Bolsonaro vem se comportando como uma pessoa da plebe que não tem nenhuma responsabilidade, foge da postura adequada de um presidente.
     O mal de Bolsonaro é não conhecer de economia e finanças e não ter amor pátrio.
     Foi o único presidente da República Federativa do Brasil que renegou a sua pátria quando disse em bom tom: “Amo os EUA”, quando deveria dizer que ama o Brasil; foi aqui que ele conseguiu ser deputado e presidente da República é aqui que vive muito bem com sua família. O que os EUA fez por ele? Nada, mesmo assim, ele se comporta como um impatriota dando continência a bandeira dos EUA. É uma pessoa que acha o Japão uma nação superior e o Brasil inferior, se o Brasil é um país subdesenvolvido ou atrasado é por causa de muitos presidentes que vem elogiando outros países e nada fazem pelo Brasil.
     Está influenciado pelo ministro da Economia Paulo Guedes que para ele é um Deus e que, só vêm os dólares e ao mesmo tempo jogam no lixo os dólares da reserva para baixar o dólar cambial, muito contraditório.
     Um presidente tem que ter postura adequada ao seu cargo que ocupa, se comportando como um gentleman, e não, com compostura inadequada ao cargo funcional.     Já pensou um presidente dando banana de braço para os repórteres ou outro seu adversário político! Isso aconteceu, Bolsonaro deu uma banana de braço. Isso é adequado a um presidente? Bolsonaro xinga a mãe de repórteres, é apropriado? Ele se irrita facilmente e levanta a voz, é oportuno?
     O presidente Bolsonaro está perdendo a popularidade com o povo com relação ao seu projeto de lei 191 que invade o território indígena.
     Bolsonaro disse que o Greenpeace é um lixo e outras agressões como terroristas e que só faz atrapalhar a sua gestão.
     Bolsonaro está focado no desmatamento da Amazônia para entregar aos estrangeiros, e as multinacionais, e todas as riquezas do país através dos leilões e privatizações. Ele está vendo que existe uma reação contrária à exploração da Amazonas e sua intenção de entregar o Brasil aos EUA pela economia.    Está preparando todo o seu ministério com oficiais das Forças Armadas para evitar possíveis surpresas. Se as Forças Armadas fossem nacionalistas, patrióticas e o presidente também, então, seria óbvio que garantisse a Segurança Nacional e a Soberania Nacional, mas estão todos a serviço dos EUA e do poder econômico internacional (USA). O povo e os índios é que vão sofrer as consequências da ambição desenfreada dos países estrangeiros na riqueza do Brasil e na conivência política brasileira em favor dos estrangeiros em nosso território.

Ernani Serra





Pensamento: Quem dá o que tem a pedir vem.

Dito popular

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Lei Federal libera venda de queijos mineiros no país

Lei Federal libera venda de queijos mineiros no país: Regulamentação de lei federal permite a venda do queijo
artesanal mineiro em outros estados.Agora o Governo Mineiro poderá emitir a liberação do comércio de queijos mineiros para fora do estado, cadastrando os produtores de queijos que estejam de acordo com as normas sanitárias vigentes, bem como as regras do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) que já está se mobilizando promover mudanças que o decreto do Selo Arte requer.