Pesquisar este blog A VERDADE ACIMA DE TUDO - ERNANI SANTOS CUNHA SERRA

quinta-feira, 20 de maio de 2021

 

               


A TEORIA DO ABSURDO


     Os cientistas estão cheios de teorias que não são adequadas com a realidade dos fatos.

     São as teorias do absurdo:

     É inacreditável que cientistas-astrônomos tão cultos possam acreditar em Big Bang, mundos paralelos, viagens pelo tempo.

     O Big Bang é uma teoria que os astrônomos se baseiam no Universo incandescente num plano de fundo negro e acham que esse mesmo universo é um monstro sem leis que vive a se chocar e causar destruição, quando na verdade o Universo é esquematizado com muita harmonia e equilíbrio, tudo tem um objetivo cósmico, a cada destruição é uma nova vida que nasce é o caso do buraco negro que não passa de um gigantesco liquidificador ou triturador de matéria é a consciência cósmica querendo diminuir a massa cósmica. Se o universo fosse desgovernado nós não existiríamos e era um caos cósmico. Apesar de tantas rochas a vagar pelo vazio, essas rochas são obrigadas a permanecerem em harmonia com a energia e força de gravidade do universo. Os astrônomos não acreditam que o universo tenha se formado e criado por Deus, e nem acreditam Nele, mas Deus é tudo isso que está no universo e tem consciência de tudo.

     O mundo paralelo não existe porque toda matéria que se desintegra não pode passar para outro mundo na forma original. Por acaso somos clonados ou somos cópias do que já não existe mais, passado e futuro não existem só existe o presente que formam o passado imaginário e o futuro inexistente. Os cientistas acham que existe um mundo real que já aconteceu e um mundo clonado que está acontecendo. Temos só um mundo material e cheio de energia cósmica que está em harmonia com todo o sistema do Universo. Desintegrou a matéria com a morte à alma também vai se desintegrar sem o corpo e vai para o cósmico aonde veio em forma de éter ou energia. Não pense que existem Céus e nem Infernos e muito menos uma vida pós-morte.

     Viagens pelo tempo é outra teoria do absurdo, partindo da premissa de que a matéria e todos os seres vivos se desintegram ao passar do tempo, então não pode haver uma civilização que já morreu e já passou no tempo e no espaço, tudo não passa de ficção científica. Fala em buraco de minhoca, máquina do tempo, que não passam de fantasia da mente humana.   Falam até de mudar uma história no passado, como pode mudar se todos e tudo já morreram. Não existem mundos invisíveis e muito menos materializados em mundos paralelos. Somos o que somos, e temos o que temos no cósmico nada mais. Devemos nos conformar com o nosso maravilhoso mundo e zelar por ele e deixar o cósmico em paz. O homem está vendo a destruição do nosso planeta pelo próprio homem e acham que a solução é se mudar para Marte um planeta sem vida sem água e inóspito. Antes mesmo de chegar lá, o planeta Terra já está destruído, é agora ou nunca para começar a reverter e consertar todos os erros do passado e do presente em nosso planeta.

     Deus conhece a todos e tudo, quando Deus mandou os meteoros acabar com os animais gigantescos (dinossauros) foi porque ele viu que esses animais estavam pondo em risco todo o planeta inclusive a própria alimentação deles que estavam ficando escassas. Agora é o homem que está pondo em risco o planeta Terra, com a explosão demográfica e a escassez de alimentos para os animais e para o próprio homem. Vamos ver o que Deus vai fazer com o homem, nessas  circunstâncias, aguardem e verão em breve e no futuro.

 

Ernani Serra

 

https://www.netflix.com/watch/80216393?trackId=253905659&tctx=6%2C13%2Ca560c18b-7bcb-4e5b-bc6a-23ff95f8a797-37803131%2C45362985-62cf-4d9a-9d66-9e6d1846b07e_77614398X29X70143831X1621482419272%2C45362985-62cf-4d9a-9d66-9e6d1846b07e_ROOT%2C

 

https://www.netflix.com/watch/70143831?trackId=14170286&tctx=1%2C0%2Cd7132aaa-78f0-4c48-854b-e339f527e092-101057610%2C45362985-62cf-4d9a-9d66-9e6d1846b07e_77614393X3XX1621482419272%2C45362985-62cf-4d9a-9d66-9e6d1846b07e_ROOT%2C

 

https://www.netflix.com/watch/80164032?trackId=14170286&tctx=2%2C0%2C49fc4b3e-2cdc-4b50-a9ce-f067e23b0a02-10593323%2Cc8fbe913-1848-4fd4-b870-fba91db7efd3_11491755X3XX1621564795491%2Cc8fbe913-1848-4fd4-b870-fba91db7efd3_ROOT%2C

 

Pensamento: Deus é justo e faz justiça.

 

Ernani Serra

 

 

A VERDADE NA INTERNET: LASTRO OURO      Enquanto o Brasil passa por uma ...

A VERDADE NA INTERNET: LASTRO OURO      Enquanto o Brasil passa por uma ...: LASTRO OURO      Enquanto o Brasil passa por uma crise crônica e quase irreversível, pois o país perdeu os patrimônios mais rentáveis pa...

A VERDADE NA INTERNET: BRASIL RICO E POVO POBRE      O Brasil está send...

A VERDADE NA INTERNET: BRASIL RICO E POVO POBRE      O Brasil está send...: BRASIL RICO E POVO POBRE      O Brasil está sendo lesado com a permissão das autoridades constituídas e também pela conivência ...

O garimpo ilegal dentro da maior terra indígena do Brasil | AO PONTO

O garimpo ilegal em terras ianomâmi

Garimpeiros mostram detalhes de como extraem o ouro da terra

terça-feira, 11 de maio de 2021

 

   


OS IRRACIONAIS E EXTERMINADORES


     Alerta de desmatamento na Amazônia Legal é o maior para o mês de abril desde 2016.

     Até o dia 29, havia 581km² sob alerta na região; é o segundo mês consecutivo em que os índices batem recordes históricos mensais, segundo medição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Observatório do Clima diz que alta de abril desmente governo.

Por G1

 

     A área sob alerta de desmatamento na Amazônia Legal em abril foi a maior para o mês desde 2016: 581km² até o dia 29, segundo medição do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). É o segundo mês consecutivo em que os índices batem recordes históricos mensais.

 

     A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro e engloba a área de 8 estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) e parte do Maranhão.

 

     Área sob alerta de desmatamento na Amazônia Legal em abril (2016-21) em km²: 581

 

     Os alertas de desmatamento foram feitos pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe, que produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²), tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal (exploração de madeira, mineração, queimadas e outras).

 

     O Deter não é o dado oficial de desmatamento, mas alerta sobre onde o problema está acontecendo (veja detalhes mais abaixo).

 

     Vice-presidência x Ministério do Meio Ambiente

Presidente do Conselho Nacional da Amazônia Legal, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou que o governo acompanha a alta no desmatamento nos últimos dois meses, mas, segundo ele, os dados do INPE indicam uma redução no índice no último ano.

 

     Segundo Mourão, houve redução de 17% no desmatamento na Amazônia entre agosto de 2020 e maio de 2021 na comparação com o mesmo período no ciclo anterior (2019-2020). O vice reclamou que é feito um “escândalo” nos casos de alta do desmatamento enquanto “ninguém fala nada” quando os números apontam redução.

 

     “O que é que essa turma faz? Ah, esse mês aumentou. Aí faz o escândalo. Todos os meses que baixam ninguém fala nada", disse.

 

     Em nota, o Ministério do Meio Ambiente alega que as ações de combate ao desmatamento no período relacionado aos dados divulgados nesta sexta-feira estavam sob a responsabilidade da Vice-Presidência da República.

 

     Em 30 de abril, o governo encerrou a Operação Verde Brasil 2, comandada pelo vice-presidente Hamilton Mourão, que preside o Conselho Nacional da Amazônia.  Nos últimos meses, a operação de combate ao desmatamento ilegal contou com o apoio das Forças Armadas. Isso foi garantido pelo Garantia da Lei e da Ordem (GLO) que vigorou no período.

 

     “A Operação de Garantia da Lei e da Ordem Ambiental - GLO Ambiental, vigorou até 30 de abril, sob o comando da Vice-Presidência da República”, justificou o Ministério comandado por Ricardo Salles em resposta a um pedido de posicionamento.

 

     “Alta de desmatamento em abril desmente governo”, diz entidade, em nota, o Observatório do Clima, rede de 56 organizações da sociedade civil, afirma que a alta no desmatamento vista em abril desmente o governo Jair Bolsonaro.

 

     "Os novos dados desmentem o governo federal, que comemorou a queda de cerca de 15% nos alertas verificada entre agosto de 2020 e abril de 2021 (em relação ao mesmo período anterior), como resultado da ação do Exército na Amazônia", diz o observatório.

 

     "Os alertas têm oscilado mês a mês para cima e para baixo, o que mostra que não existe uma política consistente ou uma ação sustentada da administração federal para controlar a devastação", continua o comunicado.

 

     Os especialistas da rede analisaram que "a queda geral de 15% só apareceu nos dados porque os alertas em julho, agosto e setembro de 2019 foram completamente fora da curva — somente em julho de 2019 uma área equivalente a uma vez e meia a cidade de São Paulo tombou na Amazônia", afirmaram.

 

     "Em contrapartida, janeiro deste ano teve o menor desmatamento de toda a série do Deter, mesmo sem nenhuma operação de fiscalização realizada, devido a um problema burocrático que atrasou a ida do Ibama a campo", diz o texto.

     Nota técnica do IBAMA conclui que o processo de avaliação de multas ambientais está paralisado.

    

     Menos de 2% das multas ambientais aplicadas passaram por audiência de conciliação nos últimos 2 anos, aponta Ibama ao TCU.

    

     Servidores do IBAMA denunciam que fiscalização ambiental está paralisada após decisão de Salles.

    

     "A fiscalização do IBAMA está parada devido a mudanças impostas por Ricardo Salles [ministro do Meio Ambiente] nos procedimentos de autuação. O processo de punição a crimes ambientais também foi inviabilizado pelo ministro. E sinalizações de que o crime compensa vêm se repetindo em atos como a investida do ministro do Meio Ambiente contra uma operação de apreensão de madeira da Polícia Federal", afirma, em nota, o Observatório do Clima.

 

     PGR pede esclarecimentos a Salles sobre acusações de favorecimento a madeireiros

 

No dia 22 de abril, o presidente prometeu, em cúpula sobre o clima, combater o desmatamento. Uma semana antes, no dia 14, Bolsonaro publicou, pela primeira vez desde o início de seu mandato, em 2019, uma meta de redução no desmatamento da Amazônia.

 

     Sobre as promessas feitas pelo presidente, o Observatório do Clima disse que, "nesse contexto, e desmentindo as promessas que fez à comunidade internacional", Bolsonaro e seus aliados no Congresso "avançam com a boiada, desta vez para mudar de forma irreversível a legislação e aumentar ainda mais o desmatamento e as emissões de gases de efeito estufa do país".

 

     Já o Greenpeace disse, também em nota, que os números de desmatamento de abril são "mais uma uma prova de que as palavras proferidas na cúpula do clima foram ao vento".

 

     "Aqui no Brasil, esse governo continua sistematicamente atacando os órgãos de comando e controle, impedindo o seu funcionamento, cortando orçamento e empurrando leis absurdas para avançar sobre a floresta" afirmou Rômulo Batista, porta-voz do Greenpeace Brasil.

 

     Para Batista, o desmatamento "vai continuar em alta se nada for feito e é difícil imaginar que uma solução seja apresentada por um governo que é responsável por um aumento histórico do desmatamento e que represa e corta recursos para a proteção do meio ambiente”.

 

     Medições

     A medição oficial do desmatamento, feita pelo sistema Prodes, costuma superar os alertas sinalizados pelo Deter. Os últimos dados divulgados pelo Prodes apontaram que a área desmatada na Amazônia Legal foi de 11.088 km² na temporada de 2019 a 2020 (período que engloba agosto de 2019 a julho de 2020).

 

     SATÉLITES: Entenda como funcionam satélites que monitoram desmatamento na Amazônia:

    

     A medição do desmate no Brasil considera sempre a temporada de agosto de um ano a julho do ano seguinte por causa das variações do clima: com essa divisão do tempo, pesquisadores conseguem levar em conta o ciclo completo de chuva e seca na Amazônia, analisando como o desmatamento e as queimadas no bioma oscilaram dentro dos mesmos parâmetros climáticos.

 

     Os que mais desmataram:

     O Pará foi, mais uma vez, o estado com maior área sob alerta de desmatamento: 211km², equivalente a 36% do total registrado até 29 de abril. Na temporada passada, o estado concentrou quase metade de todo o desmatamento na Amazônia Legal, segundo o monitoramento do Prodes.

 

     Com Amazônia emitindo mais CO2 do que absorvendo, mundo pode perder o seu “ar condicionado

 

     Em segundo lugar veio o Amazonas, com 175km² sob alerta, e Mato Grosso, com 117km². Rondônia teve 50km² sob alerta e Roraima, 20km². Em seguida vieram Maranhão (4km²) e Acre (3km²). O Amapá e o Tocantins não tiveram áreas sob alerta de desmatamento.

 

Comentário:

 

     A natureza agradece onde o homem não bota os pés.

     O homem é um ser de instinto destruidor, destrói por prazer e por dinheiro.

     O ser humano é extremamente egoísta não se importa com o futuro.

     O governo federal não está destruindo só o Brasil, está destruindo a humanidade. Bolsonaro promete zerar o desmatamento ilegal até 2030 e reduzir emissões de carbono no Brasil. Isso é, se houver ainda uma árvore em pé.

     O certo era não desmatar nada porque o governo tem órgãos do meio ambiente que poderiam sanar com esse desmatamento criminoso e não dizer que neste mês ou neste ano diminuiu o desmatamento, desmatar é desmatar e isso é o fim da fauna e da flora do Amazonas. Isso é crime contra a humanidade.

 

ERNANI SERRA

 

https://www.google.com.br/search?q=Bolsonaro+na+ONU+zerando+o+desmatamento&source=hp&ei=-J6aYP7pHsOx5NoPluakuAI&iflsig=AINFCbYAAAAAYJqtCBSgWNCdl2UhSCaW4CcSPSF60Zji&oq=Bolsonaro+na+ONU+zerando+o+desmatamento&gs_lcp=Cgdnd3Mtd2l6EAM6CAguELEDEJMCOggIABCxAxCDAToOCC4QsQMQgwEQxwEQowI6BQguELEDOgUIABCxAzoICC4QsQMQgwE6AgguOgsILhCxAxCDARCTAjoCCAA6BAgAEAo6BggAEBYQHjoICCEQFhAdEB46BQghEKABOgcIIRAKEKABUM6LAVj4lgJgxaECaAFwAHgDgAH-CYgBqmaSAQ4yLTExLjUuNS40LjIuMpgBAKABAaoBB2d3cy13aXqwAQA&sclient=gws-wiz&ved=0ahUKEwj-xc2h9cHwAhXDGFkFHRYzCScQ4dUDCAc&uact=5

 

Pensamento: Enquanto houver governos que só pensam no presente a humanidade está em perigo.

 

 

ERNANI SERRA