Pesquisar este blog A VERDADE ACIMA DE TUDO - ERNANI SANTOS CUNHA SERRA

quarta-feira, 23 de agosto de 2023

 


LADY DIANA


     Saudades! 25 anos sem a Lady Diana, ela era atleta e bailarina.   Diana Frances Spencer nasceu em 1º julho de 1961 em Sardringham no Reino Unido, Inglaterra.

     Filha de um conde britânico, Lady Diana conheceu a família real ainda na infância. Durante a juventude, Diana demonstrava aptidão na natação, mergulho e balé.

     Quando ela conheceu o Príncipe Charles, ele namorava a sua irmã mais velha, Sara. Os dois se aproximaram romanticamente em 1980 e no ano seguinte ele a pediu em casamento.

     Diana foi a primeira noiva da realeza com emprego, como assistente de uma escola de enfermagem.

     Em 29 de julho de 1981, o casamento foi transmitido pela TV e assistido por 750 milhões de pessoas.

     Diana e Charles tiveram dois filhos: William (nascido em 1982) e Harry (nascido em 1985).

     Diana e Charles não tiveram um casamento feliz e ambos tiveram casos extraconjugais.

     Diana era a “princesa do povo” por causa da proximidade com causas sociais, abordando temas como: HIV, fome e guerras.

     Em 1996, depois de diversos escândalos, se divorciou, mas ela continuou na mídia.

     Ainda dedicada as causas sociais, Diana caminhou em um campo minado na Angola, em 1997 para chamar a atenção do problema.

     Depois do divórcio, Diana se relacionou com outros dois homens: Hasnat Khan e Dodi Fayed.

     Em 31 de agosto de 1997, Diana sofreu um acidente de carro fatal ao fugir de paparazzis. No carro também encontravam-se o seu namorado, Dodi, o motorista e um segurança, o único que sobreviveu.

     A morte de Diana é cercada de teorias da conspiração, que afirmam que a princesa foi assassinada. As principais histórias falam da coroa britânica ter encomendado o crime, mas nada foi provado até hoje. O funeral de Diana foi assistido por milhões de pessoas e ela segue como uma figura icônica da história Britânica e mundialmente lembrada pelos seus fãs e amigos.

 

Ernani Serra

 

https://www.google.com.br/search?q=25+anos+sem+LADY+DIANA+youtube&sca_esv=559545509&sxsrf=AB5stBiJD9k-_AZZv62pCXxXBJgZM7m0qQ%3A1692840892196&source=hp&ei=vLPmZL2GCtzU1sQP7vW7yA4&iflsig=AD69kcEAAAAAZObBzPb3wc0ZzBBnEBg7PUluWCGSlLFU&ved=0ahUKEwi91Kfgk_SAAxVcqpUCHe76DukQ4dUDCAk&uact=5&oq=25+anos+sem+LADY+DIANA+youtube&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6Ih4yNSBhbm9zIHNlbSBMQURZIERJQU5BIHlvdXR1YmVIovoBUMBCWNvrAXAFeACQAQCYAeQBoAHNLKoBBjAuMzEuM7gBA8gBAPgBAagCCsICBxAjGOoCGCfCAgsQABiABBixAxiDAcICCxAAGIoFGLEDGIMBwgIFEAAYgATCAgUQLhiABMICCBAAGIAEGLEDwgIGEAAYFhgewgIIEAAYFhgeGA8&sclient=gws-wiz#fpstate=ive&vld=cid:ee254f70,vid:4gLZ8wf2pyc

 

Pensamento: Todos veem o que você parece ser, mas poucos sabem o que você realmente é.

 

Maquiavel

      

      

    

          

terça-feira, 22 de agosto de 2023

 


EXPLORANDO O DESCONHECIDO

 

     De acordo com o documentário Explorando o Desconhecido da Netflix cheguei à conclusão que a missão do TELESCÓPIO ESPACIAL JAMES WEBB DA NASA (JWST) foi uma catástrofe científica; desde o começo da instalação do telescópio espacial JWST os cientistas da NASA já vinham descobrindo centenas de erros que poderia acontecer no telescópio, mas como foi um projeto bilionário do governo norte-americano então tinha que ser um sucesso nem que fosse na fraude. Os cientistas da NASA quiseram fazer um telescópio gigantesco e conseguiram, só que, o telescópio JWST fugiu das dimensões da ogiva do foguete e tiveram que transformar as partes do telescópio em módulos móveis por controle remoto para que pudesse ficar nas dimensões exatas da ogiva do foguete. Infelizmente, não conseguiram abrir o telescópio JWST no espaço por controle remoto, foi um fracasso, o projeto se perdeu no infinito e não abriu as partes para funcionar normalmente, portanto, não conseguiram nenhuma imagem fotográfica do JWST.

     Enquanto isso, Telescópio Espacial Hubble, foi um sucesso de engenharia espacial apesar de ter havido um pequeno erro que foi resolvido pelos astronautas.    Acredito que, as fotos apresentadas como sendo do telescópio JWST foram tiradas pelo Hubble e creditadas no “sucesso” do JWST.

     O telescópio espacial JWST desde o começo da sua criação foi assolado por inúmeros erros de engenharia, mas tinha que dá certo, para a NASA não ser desmoralizada perante a imprensa, o povo, e o governo dos EUA pela missão bilionária tinha que mostrar serviço. Como os cientistas sabiam do fracasso da missão JWST em terra então acharam que poderiam enganar a todos jogando no espaço sideral. O telescópio foi levado ao espaço aos trancos e barrancos, como os cientistas disseram no documentário, não tinham certeza de ter aberto a engrenagem o JWST, fugiu das mãos de seus inventores e partiu para o infinito em uma reta em vez de uma órbita em torno do sol, os cientistas perderam contato com a nave que estava longe demais para haver comunicação, então, começaram a enganação com uma imagem animada no computador da NASA fazendo as engrenagens do JWST funcionarem, mas, só que estava funcionando só ali na imagem animada. Os cientistas perderam o telescópio no espaço infinito. Jogaram o dinheiro do contribuinte no espaço.

     Toda imagem feita de fora para mostrar o telescópio ou quaisquer outros inventos são falsos não passam de desenhos animados, é como se outra nave estivesse fotografando de fora, se a câmara estivesse fotografando pela nave só apareceria a parte da frente da nave e nunca a nave toda e as vezes a distância.   

     Depois para enganar apresentou as fotos que acredito que foi feita pelo Hubble pois o telescópio perdido estava tão longe que se fosse mesmo do JWST levaria anos para chegar a Terra. Depois, levaram uma fotografia do espaço para o presidente dos EUA ver a farsa da vitória no campo espacial do JWST e mostrou ao presidente dos EUA um ponto vermelho e disse que era uma galáxia que tem 13.1 bilhões de anos. Como foi “sucesso” a missão; mais verbas poderão vir no futuro para a NASA. O presidente dos EUA foi enganado pela NASA como toda a humanidade, não tiveram a hombridade de dizer ao mundo que a missão fracassou. Se dissessem a verdade não receberiam mais os bilhões de dólares em projetos futuros, perderiam a confiança e a credibilidade do governo norte-americano. A NASA jogou um lixo no cósmico sideral.

 

Ernani Serra

https://www.netflix.com/watch/81473680?trackId=250311567&tctx=13%2C16%2Cff45bd7c-5913-4f36-91cf-e13d063cd40b-35032313%2CNES_F5E9EC6414397995484F701FEA9824-17C36AE2FED9A0-D54608B0C6_p_1692703856142%2CNES_F5E9EC6414397995484F701FEA9824_p_1692703856142%2C%2C%2C%2C81473680%2CVideo%3A81473680%2CminiDpPlayButton

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=SIDERAL

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=ESPA%C3%87O

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=NASA

 

Pensamento:     Até agora não foi proibido e nem estão cobrando impostos dos que sonham, sonhar é um atributo do cérebro e as grandes conquistas vieram dos sonhos.

 

Ernani Serra

 

 

 

 

 

 

sábado, 19 de agosto de 2023

 


MICROPLÁSTICO NO ORGANISMO HUMANO


     O ser humano está cavando a sua própria sepultura através da poluição geral, ou seja, o ar, a terra, as águas, sonora, visual... tudo está sombrio.

     O ser humano quer ser sábio mais não passa de um jumento, apesar do burro ser mais inteligente do que o homem. É até um crime ou pecado fazer tal comparação. Uma árvore tem consciência é uma vida que quer viver dentro de vidas que querem viver, se é vida deve ser preservada pois sentem o mesmo que o homem sente.

     O homem está poluindo o ar com as queimadas criminosas em todo planeta, não é o aquecimento global que está queimando as florestas, é o monstro homem, o satanás, que se acha superior a tudo e a todos, quer ser o próprio Deus e não passa de um anjo do mal que foi expulso do paraíso que só sabe destruir o planeta com seu DNA belicoso. Os incêndios florestais em todo o mundo não passa de uma ganância por terras.

     As queimadas são provocadas pela mente criminosa do homem que botam a culpa no aquecimento global, o aquecimento global existe, mas não toca fogo em nada se tocasse fogo não queimariam só em determinados lugares e sim, em toda a área seca de imediato, agiria com uma bomba incendiária destruindo tudo de uma só vez. Se os focos de incêndios começam num determinado lugar é por que o homem provocou o fogo que vai se alastrar e não foi a natureza que incendiou ou destruiu a floresta. Estão se aproveitando do aquecimento ou à fervura global para incriminar a natureza e não o homem que é o verdadeiro responsável por toda destruição do planeta, inclusive de todas as vidas e a sua. O homem está fazendo igual aos vírus que atacam o corpo e se autodestroem.

     Agropecuária está cheia de venenos e vacinas que o homem consome no dia a dia.

     O homem está poluindo e envenenando as águas principalmente dos rios e mares e já estão se alimentando e bebendo da água suja que está poluindo. Os mares estão repletos de plásticos que se degradam e se tornam microplásticos que os animais marinhos se alimentam e depois passam para o consumo humano e já é encontrado o microplástico em todo organismo humano. O homem está bebendo e comendo o seu próprio veneno, isso por acaso pode ser chamado de homo sapiens?

 

Ernani Serra

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=polui%C3%A7%C3%A3o

 

https://www.google.com.br/search?q=Micropl%C3%A1stico+no+Cora%C3%A7%C3%A3o+&sca_esv=558372213&source=hp&ei=DKHgZIbyGvao5OUPofePqAs&iflsig=AD69kcEAAAAAZOCvHCldeK88LZzae9-df3ada3NMlLAV&ved=0ahUKEwiGqKCLyeiAAxV2FLkGHaH7A7UQ4dUDCAk&uact=5&oq=Micropl%C3%A1stico+no+Cora%C3%A7%C3%A3o+&gs_lp=Egdnd3Mtd2l6IhxNaWNyb3Bsw6FzdGljbyBubyBDb3Jhw6fDo28gMgUQIRigATIFECEYoAEyBRAhGKABSKKbAVD_LViMiQFwA3gAkAEAmAHPAaABrCCqAQYwLjI2LjG4AQPIAQD4AQGoAgrCAhAQABgDGI8BGOoCGIwDGOUCwgIQEC4YAxiPARjqAhiMAxjlAsICERAuGIAEGLEDGIMBGMcBGNEDwgIREC4YgwEYxwEYsQMY0QMYgATCAgsQABiABBixAxiDAcICCBAuGIAEGLEDwgIIEC4YsQMYgATCAgsQLhiABBjHARivAcICDhAuGIAEGLEDGMcBGNEDwgIFEC4YgATCAggQABiABBixA8ICCxAuGIAEGLEDGIMBwgILEC4YigUYsQMYgwHCAgUQABiABMICBxAuGIAEGArCAgcQABiABBgKwgIIECEYFhgeGB3CAgoQIRgWGB4YDxgdwgIGEAAYFhge&sclient=gws-wiz

 

Pensamento: Existe apenas um bem, o saber, e apenas um mal, a ignorância.

 

Sócrates

 

 

 

 

 

 

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

 


DROGAS QUE CAUSA MISÉRIA SOCIAL

    

      Relatório Mundial sobre Drogas 2023 do UNODC alerta para a convergência de crises e contínua expansão dos mercados de drogas ilícitas

 

     Novas estimativas do Relatório Mundial sobre Drogas 2023 do UNODC sugerem aumento no número de pessoas que usam drogas injetáveis, devido a insuficiência dos serviços de tratamento e outras intervenções, principalmente para um alto número de pessoas deslocadas por crises humanitárias.

 

     Drogas sintéticas "de baixo custo e fáceis", com resultados letais, estão mudando os mercados de drogas.

    

     O tráfico de drogas acelera a degradação ambiental e o crime na bacia amazônica.

Maior monitoramento do impacto das substâncias psicoativas na saúde pública faz-se necessário devido à aceleração das mudanças regulatórias e aos testes clínicos com as substâncias.

    

     Viena, 26 de junho de 2023 - A oferta de drogas ilícitas - que continua a atingir níveis sem precedentes - e as redes de tráfico - cada vez mais ágeis - estão agravando as crises globais convergentes e desafiando os serviços de saúde e as respostas de aplicação da lei. É o que aponta o Relatório Mundial sobre Drogas 2023, lançado nesta segunda-feira (26) pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

 

     Novos dados de 2021 fornecem uma estimativa global de pessoas que injetaram drogas em 13,2 milhões, 18% superior ao ano anterior. Globalmente, mais de 296 milhões de pessoas usaram drogas em 2021, um aumento de 23% em relação à década anterior. Enquanto isso, o número de pessoas que sofrem de transtornos associados ao uso de drogas subiu para 39,5 milhões, um aumento de 45% em 10 anos.

 

     O Relatório apresenta um capítulo especial sobre tráfico de drogas e crimes que afetam o meio ambiente na bacia amazônica, além de seções sobre testes clínicos envolvendo psicoativos e o uso medicinal de cannabis; uso de drogas em contextos humanitários; inovações no tratamento de drogas e outros serviços; e drogas e conflitos.

 

     O documento destaca ainda como as desigualdades sociais e econômicas impulsionam - e são impulsionadas por - desafios impostos pelas drogas; a degradação ambiental e as violações dos direitos humanos causadas pelas atividades econômicas relacionadas às drogas ilícitas; e a crescente prevalência de drogas sintéticas.

 

     A lacuna no tratamento para transtornos associados ao uso de drogas continua sendo grande. Em 2021, apenas uma em cada cinco pessoas recebeu tratamento por transtornos associados ao uso de drogas. Além disso, as disparidades no acesso ao tratamento em diferentes partes do mundo estão aumentando.

 

     A população jovem é a mais vulnerável ao uso de drogas, bem como a mais afetada pelos transtornos associados ao uso de drogas em várias partes do mundo. Na África, 70% das pessoas em tratamento têm menos de 35 anos de idade.

 

     O documento aponta que saúde pública, prevenção e acesso a serviços de tratamento devem ser priorizados em todo o mundo, caso contrário mais pessoas serão deixadas para trás por conta dos desafios relacionados às drogas. A publicação também destaca a necessidade de que as respostas das forças  policiais acompanhem os modelos ágeis de negócios do crime e a proliferação de drogas sintéticas, de baixo custo e de fácil comercialização.

 

     Ao comentar os achados do Relatório, a diretora-executiva do UNODC, Ghada Waly, afirmou: "estamos observando um aumento contínuo no número de pessoas que sofrem de transtornos associados ao uso de drogas em todo o mundo, enquanto o tratamento não chega a todos de que dele necessitam. Além disso, precisamos intensificar as respostas às redes de tráfico de drogas que se aproveitam de conflitos e crises globais para expandir o cultivo e a produção de drogas ilícitas, sobretudo drogas sintéticas, abastecendo os mercados ilícitos e causando mais danos às pessoas e às comunidades".

 

     Disparidades e desigualdades - O direito à saúde não está garantido para muitas pessoas que usam drogas.Ainda persistem grandes desigualdades no acesso e na disponibilidade de medicamentos controlados para uso médico, principalmente para controle da dor. A disparidade é especialmente predominante entre o norte e sul do mundo e entre as áreas urbanas e rurais, com algumas pessoas sofrendo o impacto negativo de drogas mais do que outras. Cerca de 86% da população mundial vivem em países com pouco acesso a opioides farmacêuticos (conforme regulamentado pela Convenção Única de 1961), principalmente países de baixa e média renda.

 

     Algumas populações de baixa renda e vulneráveis, como as da tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, estão presas em áreas rurais com alta prevalência de crimes ligados às drogas ilícitas. A localização remota dificulta muito o fornecimento de cuidados e serviços de tratamento, de recursos ou de Estado de direito a essas populações.

 

     As economias de drogas ilícitas na bacia amazônica estão ampliando suas atividades criminosas para outros segmentos, como extração ilegal de madeira, mineração ilegal, ocupação ilegal de terras, tráfico de animais silvestres, dentre outros - que prejudicam o meio ambiente da maior floresta tropical do mundo. Os povos indígenas e outras minorias estão sofrendo as consequências dessa concentração criminosa, incluindo deslocamento, intoxicação por mercúrio e exposição à violência. Os defensores do meio ambiente muitas vezes são alvos específicos de traficantes e grupos armados.

 

     Embora a guerra na Ucrânia tenha deslocado as rotas tradicionais de cocaína e heroína, há indícios de que o conflito poderia desencadear uma expansão da fabricação e do tráfico de drogas sintéticas, dado o know-how existente e os grandes mercados de drogas sintéticas que estão surgindo no país.

 

     No Sahel, o tráfico de drogas ilícitas financia grupos armados insurgentes e não estatais, enquanto no Haiti, os traficantes de drogas aproveitam as fronteiras porosas para fortalecer seus negócios, ampliando as crises que se multiplicam na região.

 

     Priorizar a saúde pública - Embora novas pesquisas sobre o uso de medicamentos controlados (como as substâncias psicoativas) para tratamento de doenças mentais e transtornos associados ao uso de substâncias sejam promissoras, o documento adverte que o ritmo acelerado desses acontecimentos pode comprometer os esforços para adotar políticas que coloquem a saúde pública acima dos interesses comerciais. Sem estruturas bem projetadas e devidamente pesquisadas, o acesso pode ser muito limitado para aqueles que precisam de tratamento, levando os pacientes a recorrer a mercados ilegais ou, ao contrário, substâncias psicoativas podem ser desviadas para uso não medicinal.

 

     Drogas sintéticas - A produção de baixo custo, fácil e rápida de drogas sintéticas transformou radicalmente muitos mercados de drogas ilícitas. Os grupos criminosos que produzem metanfetamina - a droga sintética fabricada ilegalmente mais difundida do mundo - estão tentando descumprir as leis e as respostas regulatórias por meio de novas rotas de produção, bases de operação e precursores não controlados.

 

     O fentanil alterou drasticamente o mercado de opioides na América do Norte, com consequências catastróficas. Em 2021, a maioria das quase 90 mil mortes por overdose relacionadas a opioides na    América do Norte envolveu fentanil fabricado ilegalmente.

 

     Afeganistão -  A colheita de ópio no Afeganistão, em 2023, pode sofrer um declínio drástico após a proibição nacional das drogas, já que os primeiros relatórios apontam para uma redução no cultivo de papoula. Os benefícios de uma possível redução significativa no cultivo ilícito de ópio no Afeganistão neste ano seriam globais, mas isso aconteceria às custas de muitos agricultores do país que não têm meios alternativos de geração de renda. O país também é um dos principais produtores de metanfetaminas na região, e uma queda no cultivo de opiáceos poderia estimular uma mudança na fabricação de drogas sintéticas, da qual diferentes atores se beneficiariam.

 

     Formato simplificado - Este ano, o Relatório Mundial sobre Drogas é apresentado em um formato mais simplificado e acessível, trazendo um Resumo Executivo e uma série de capítulos explicativos disponíveis em um arquivo PDF para download. Mais de 90 histórias baseadas em dados podem ser acessadas, por meio de um portal  dedicado da web, que pode ser facilmente pesquisado por região, tipo de droga e tema,  oferecendo centenas de gráficos e mapas que podem ser visualizados e extraídos.

 

     O Relatório Mundial sobre Drogas 2023 fornece uma visão global da oferta e demanda de opiáceos, cocaína, cannabis, estimulantes do tipo anfetamina e novas substâncias psicoativas (NPS), bem como seu impacto sobre a saúde.

 

Comentário:

 

     A humanidade deve se abster de sexo com proliferação, pois, o mundo está superlotado e as mulheres colocando filhos para sofrerem nesse inferno terrestre. É isso que vocês querem para o futuro de seus filhos? Sofrimento e dor. A humanidade está angustiada com a explosão demográfica mundial; é preciso colocar em prática os anticoncepcionais e cirurgias e outras modalidades para diminuir a população mundial, para salvar não só o homem, mais todas as vidas do planeta Terra; se continuar como está sem repressão a natalidade toda a humanidade está fadada a um fim trágico juntamente com todas as vidas no planeta.

     O homem está destruindo tudo como um vírus, as florestas estão pegando fogo em toda a parte do mundo e isso nunca foi visto, tudo indica que estão destruindo as florestas de maneira criminosa com intuitos de se apoderarem das terras para fazerem negociatas colocando a culpa no aquecimento global.   O homem é um criminoso nato e chegado a corrupção.

 

Ernani Serra

 

https://www.unodc.org/lpo-brazil/pt/frontpage/2022/06/relatorio-mundial-sobre-drogas-2022-do-unodc-destaca-as-tendencias-da-pos-legalizacao-da-cannabis-os-impactos-ambientais-das-drogas-ilicitas-e-o-uso-de-drogas-por-mulheres-e-jovens.html?fbclid=IwAR2VRxNut6RltKlfQSejUl4ntkwO2lQUBftAP1sleWVb3Bb1BUAxEDQ9P-Y

 

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=DROGAS+MUNDIAIS

 

https://www.youtube.com/watch?v=8FJvvpfmKdk

 

https://www.youtube.com/watch?v=ZiYN-vCbvT0

 

https://www.gruporecanto.com.br/blog/saiba-quais-sao-as-13-drogas-mais-usadas-no-brasil/

 

Pensamento: Tudo de graça sai caro.

 

Anônimo

 

 

terça-feira, 8 de agosto de 2023

 



CAOS MUNDIAL


     O mundo está a cada dia mais violento. Hoje, as pessoas estão se digladiando nas ruas a qualquer hora do dia, principalmente à noite, não é mais seguro as pessoas irem passar a noite em bares ou eventos noturnos como os shows. A humanidade está se deteriorando, estão ficando bárbaros, sem ética. As criaturas estão se comportando como feras acuadas, estão tão agressivas que por qualquer coisa vão as vias de fato, brigam, e terminam em feridos e mortes.

     A causa dessa agressividade irracional é a fome, a falta de empregos, educação, instrução, impunidade jurídica, e a insegurança no futuro.

     As drogas por sua vez é responsável por falta de amor, carinho, emprego, saúde...

     Já a Cracolândia é um problema político social, com o comando de organizações criminosas que querem causar o caos e oficializar as drogas na sociedade para enriquecimento do narcotráfico mundial. Os viciados estão cada dia mais furiosos para conseguir as drogas a qualquer preço. O povo em si, não é capaz de se organizarem daquele jeito, tem os interesses de políticos e narcotráficos que os comandam. Se o governo quisesse mesmo acabar com a Cracolândia deveria todos os dias colocar investigadores entre os viciados e prender os traficantes no momento que se instalasse no meio dos viciados, tomando as drogas e o dinheiro e levando para a prisão de verdade e não a prisão do faz de conta com impunidade. A Justiça e os políticos deveriam elaborar uma lei severa contra o tráfico de drogas e tornando a pena inafiançável com penalidade máxima e em regime fechado sem nenhuma benesse. Dessa maneira acabava com o narcotráfico; mas infelizmente, tem sempre um juiz ou ministro do STF para amenizar e soltar o traficante imediatamente, parece até que foram coagidos e ameaçados pelo crime organizado ou estão a serviço deles.

     Se querem acabar com o tráfico de drogas mundial, basta quê, os políticos mundiais elaborem leis e façam uma guerra contra os cultivadores de drogas e onde houver plantação os donos das terras devem perder a propriedade e o governo possa usar ou leiloar as terras de uso ilegal e criminoso.

     A violência se instalou dentro e fora da sociedade e está tudo uma bagunça e ninguém se entendem e estão se matando à toa.  

     A explosão demográfica também é responsável pela violência mundial, tem tanta gente nesse planeta que o planeta não tem espaço para alimentar esse enxame, nuvem, vírus; de gente se amontoando em todas as partes, criando um caos humanitário.

     A imigração é uma epidemia social, um câncer que se instala em outros países para desestabilizar a sociedade que os acolhem, é cobrir um santo e descobrir o outro e a proliferação continua como uma praga mundial causando o caos em todo o planeta.

     Já estamos dentro do caos, o mundo está se deteriorando, o fim da vida no planeta está a caminho, esperem para ver o fim em 2100.

 

Ernani Serra

 

https://meups.com.br/noticias/world-war-z-novas-imagens-mostram-o-caos-no-fim-do-mundo/

 

https://averdadenainternet.blogspot.com/search?q=2100

 

Pensamento: A violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano.

 

João Paulo II

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

 

 



CRIOGENIA

    

 

     Vida após a morte? Bilionário diz que será congelado para reviver no futuro; entenda se técnica faz sentido e o que diz a ciência.

    

     Técnica é conhecida como criogenia e faz o processo de resfriamento de corpos com nitrogênio líquido até atingir os -196ºC. A esperança é de que a ciência, no futuro, seja capaz de trazer corpos preservados de volta à vida. Por Fernanda Berlinck, g1

 

     10/05/2023 15h40  Atualizado há 2 meses

 

     Peter Thiel, bilionário e cofundador do PayPal, disse que será congelado e preservado quando morrer para que tentem revivê-lo no futuro. Apesar de ter se inscrito para o congelamento, Thiel diz não acreditar que a tecnologia vá funcionar.

 

     O método de congelamento após a morte é conhecido como criogenia e já é usado internacionalmente por clínicas de fertilização e hospitais para conservar partes do corpo humano, como esperma, óvulos, células sanguíneas e embriões.

 

     De acordo com o Instituto de Criogenia de Michigan, nos Estados Unidos, a criônica é uma técnica destinada a salvar vidas e prolongar a vida útil. O procedimento resfria pessoas "legalmente mortas" na esperança de que técnicas científicas futuras consigam, em algum momento, reviver e restaurar estes corpos e órgãos.

 

     Uma pessoa mantida em tal estado é considerada um "paciente criopreservado", já que o instituto não entende que a pessoa criopreservada é uma pessoa morta.

 

     Para entender a técnica, o g1 conversou com o professor e doutor Francisco Guimarães, pesquisador do Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP). Veja, abaixo, o que se sabe sobre a criogenia:

 

      Como é feita a criopreservação?

 

     Francisco Guimarães explica que a técnica de criopreservação faz o resfriamento de coisas e, no caso de humanos, tem como objetivo diminuir o movimento do corpo humano, de moléculas e, assim, vai retirando a energia térmica que faz as coisas se movimentarem.

 

     "O nosso corpo é formado 70% por água, e a primeira coisa nesse processo é que a gente congela a água do corpo, tudo vai ficando estático, parando, todo o metabolismo responsável pela vida, aquele calor, aquela energia, aquelas moléculas. Tudo se baseia no movimento dessas moléculas, se você congela isso, você para tudo", comenta o pesquisador.

 

     "É como se você parasse a idade da pessoa, preservando inclusive a degradação", diz. Isto é, quando uma pessoa morre, o processo natural é o de degradação e, com o resfriamento do corpo, até mesmo as bactérias ficam estáticas, ficam imóveis.

 

     O que acontece no processo de criopreservação de corpos é que a pessoa morta passa por um processo de congelamento e o corpo é armazenado dentro de um recipiente hermeticamente fechado, onde a temperatura será reduzida lentamente com nitrogênio líquido até atingir os -196ºC.

 

     A esperança é de que a ciência, no futuro, seja capaz de trazer essas pessoas de volta à vida.

 

     Como a criogenia é aplicada atualmente?

 

     Os processos de congelamento de óvulos, espermatozoides ou embriões são feitos com a técnica criogênica. O pesquisador conta que a aplicação de esfriamento é muito ampla, e que se usa muito para preservar células ou algo que será objeto de estudo no futuro.

 

     "Por exemplo: um vírus da Covid, se eu quero preservar, eu uso a técnica de criogenia para preservá-lo e estudar em qualquer outra época. Existe uma preocupação muito grande com as geleiras na Terra porque muitos vírus podem estar encobertos debaixo daquele gelo, se acontecer o derretimento desse gelo, eles existem há milhares de anos atrás", comenta.

 

     Quais os maiores desafios da ciência no descongelamento de órgãos?

 

     "Geralmente a gente congela a pessoa que já está morta. Até hoje não se desenvolveu um processo em pessoas vivas, e o que se espera é que no futuro a gente consiga reverter isso. A gente não consegue reverter a morte, mas pode ser que no futuro a gente consiga reverter o batimento de um coração, por exemplo", analisa o professor.

 

     E conclui: "Você preserva para que você consiga no futuro reativar tudo".

 

     Existem pessoas que estão congeladas?

     Os números em relação à quantidade de pessoas registradas que estão criopreservadas no mundo variam muito. O que se tem certeza é de que o paciente mais velho ainda mantido em criopreservação é o professor americano James Bedford, nascido em 20 de abril de 1893. Até hoje, ele permanece preservado na Alcor Life Extension Foundation. Seu corpo foi criopreservado em 1967.

 

     Durante muitos anos, acreditou-se que o corpo de Walt Disney estava congelado, mas a verdade é que morreu em 1966, um ano depois da criopreservação de James Bedford, o primeiro caso registrado.

 

     Quanto custa o congelamento após a morte?

 

     O Instituto de Criogenia de Michigan afirma que os preços de criopreservação podem variar muito, dependendo da empresa. O instituto, por exemplo, cobra uma taxa única de $ 28 mil (cerca de R$ 140 mil), que inclui perfusão de vitrificação e armazenamento de longo prazo.

 

     Algumas organizações podem chegar a cobrar US$ 200 mil (aproximadamente R$ 992 mil) ou mais para criopreservação de corpo inteiro e US$ 80 mil (aproximadamente R$ 396 mil) para a opção “neuro” (somente o cérebro).

 

     Comentário:

 

     O que está havendo com o processo de criogenia é uma forma de cientistas se aproveitar da ingenuidade das pessoas e explorar os seus sentimentos para usufruir dinheiro fácil de famílias milionárias. Sabem que todo mundo quer ter uma vida longa e quase eterna neste inferninho.

 

     Os cientistas tiveram essa ideia maluca de criogenia quando conseguiram criopreservar: espermas, óvulos, células sanguíneas e embriões vivos. Só que, as pessoas que são submetidas a criopreservação não estão vivas e sim, mortas, mesmo que estivessem vivas e submetidas a esse método de criogenia, matando pessoas vivas, jamais iriam ressurcitar esses corpos sem alma e sem energia cósmica.

    

     Só acreditava se essa empresa de criogenia ressuscitasse pelo menos uma pessoa que lá estivesse submetida ao congelamento por um ano, aí sim, estava comprovado essa técnica de ressurgir dos mortos. O que esses cientistas prometem é uma ficção científica não comprovada e fraudulenta, explorando os sentimentos dos familiares. Estão enriquecendo as custas da boa fé do público que acredita nessa barbárie, nesse engodo, da pseudo ciência.

    

     Os cientistas fazem a criopreservação em dezenas ou centenas de anos, pois, as vítimas querem no futuro ver como está o mundo. Nesse período talvez não exista mais nenhum cientista atual, e nem familiares das vítimas e muito menos essa empresa de sarcófagos.

 

     As autoridades deveriam intervir nessa empresa que está roubando a boa fé das pessoas que querem viver pós-morte. Obriguem os cientistas a comprovarem a sua tese de criogenia, fazendo com que ressuscitem uma pessoa que esteja morta nessa empresa, caso não seja feita a ressuscitação então essa empresa deve fechar suas portas, entregar os cadáveres aos familiares para serem enterrados e devolver todo dinheiro que por ventura tenha lesado esses familiares dos mortos. Isso se chama crime de lesa consciência.

 

Ernani Serra

 

https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2023/08/06/criogenia-congelamento-de-corpos-em-busca-da-vida-eterna-funciona-veja-os-avancos-e-desafios-do-tema.ghtml

 

https://saude.abril.com.br/coluna/tunel-do-tempo/existem-350-corpos-congelados-para-serem-ressuscitados-no-futuro

 

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/09/15/interna-brasil,706099/familia-briga-por-corpo-congelado-de-brasileiro-desde-2012-nos-eua.shtml

 

Pensamento: Para quê preocuparmo-nos com a morte? A vida tem tantos problemas que temos de resolver primeiro.

 

Confúcio

 

 

 

sábado, 5 de agosto de 2023

 



AMACRO

 

 

     Uma arriscada fronteira do desmatamento na Amazônia.

 

     Desmatamento, violência no campo e fogo andam de mãos dadas rumo ao interior da Amazônia pela fronteira sul do desmatamento

 

     Ampliação de desmatamento na BR 319, em Canutama, Amazonas, em 11 de setembro de 2021.

 

     Até 1975, a Amazônia brasileira havia perdido apenas 1% de sua cobertura florestal. Quase cinquenta anos depois, o Brasil já perdeu quase 20% de sua porção da maior floresta tropical do mundo, segundo dados do MapBiomas. O motor para tanta destruição foi a implementação de uma ideia equivocada de que a floresta seria um empecilho, um “inferno verde” a ser vencido para dar lugar ao “desenvolvimento”. Modelo defendido até hoje e que segue fazendo vítimas, acumulando tragédias e promovendo a miséria para muitos e lucro para poucos. 

 

     O carro chefe deste modelo é a produção agropecuária, que avança sobre a floresta, apoiada no desmatamento e no uso do fogo. Hoje em dia, a ciência já provou que, na verdade, a floresta tem muito mais valor em pé, do que desmatada. Apesar disso, a visão “desenvolvimentista” do século passado ainda é defendida pelas elites econômicas e executada com apoio de políticos e empresas.

 

     O desmatamento para a produção de commodities já está consolidado em áreas onde antes existiam floresta, como o Mato Grosso e parte do Pará. Mas o arco do desmatamento segue avançando, especialmente no sudoeste e oeste do Pará, onde a escala de destruição segue alcançando proporções titânicas, e na região sul do bioma, onde se encontram os estados de Rondônia, Amazonas e Acre, área visitada pelo Greenpeace Brasil na expedição realizada em setembro de 2021, e que vem se destacando nos últimos anos, devido a velocidade e voracidade com que a floresta é consumida.

 

     A porção de floresta que existe nessa região resiste graças à criação, no passado, de Unidades de Conservação estaduais e federais e é a barreira que protege a parte mais preservada da Amazônia. Permitir que a destruição avance por essa região pode ser um caminho sem volta, com consequências desastrosas para o Brasil e para o mundo.

 

 

     Fogo reacende a fronteira adormecida

 

     Como acontece em outras fronteiras de desmatamento na Amazônia, o processo de mudança do uso da terra começa com a retirada da madeira de maior valor, seguida da derrubada das árvores menores e, consequentemente, as queimadas, que são usadas no processo de desmatamento. De 1 de janeiro a 20 de outubro deste ano, os três estados (AM, RO e AC), juntos, responderam por quase metade (49,5%) dos focos de calor identificados na Amazônia, segundo dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O Amazonas, sozinho, concentrou 21% dos focos de calor (14.356) do período. 

 

     De 1 de janeiro a 7 de outubro, os alertas de desmatamento do Deter-B nesses três estados juntos chegaram a 3.208 km², segundo dados do Inpe. “De 2019 para cá houve um aumento na área de grilagem de terras em Rondônia. Algo que muitas vezes a gente tá chamando de ‘grilagem online’, que são propriedades declaradas, em áreas próximas a unidades de conservação e até mesmo dentro das unidades de conservação”, relata a pesquisadora do Programa de Geografia da Universidade Federal de Rondônia, Amanda Michalski.

 

     A grilagem, aliás, é um grande problema na Amazônia como um todo. No último ano, 31,63% dos alertas de desmatamento foram detectados em florestas públicas não destinadas. Essa situação pode se intensificar ainda mais se projetos de Lei como o 2633/2020, conhecido como PL da Grilagem, aprovado em agosto deste ano pela Câmara dos Deputados, forem aprovados. Na prática, este projeto irá anistiar invasores de terra pública e incentivará novos ciclos de grilagem. O PL aguarda agora a aprovação no Senado e pode ser votado a qualquer momento.

 

 

     Rebanho em fazenda na BR 319, em Porto Velho, Rondônia. (© Nilmar Lage / Greenpeace)

De acordo com Michalski, o gado é usado na região como “um manto, para disfarçar o crime ambiental que vem a partir da grilagem de terra”. De acordo com informações do IBGE, em 2020, Rondônia contava com um rebanho bovino de 14,8 milhões de cabeças de gado, isso equivale a oito bois para cada habitante do estado.

 

     A pecuária extensiva avança pautada na abertura constante de novas áreas. Muitas vezes a pecuária é utilizada no processo da grilagem, onde as áreas, depois de derrubadas e ocupadas com alguns bois, acabam legalizadas por vários meios. Essas terras, posteriormente, podem ser repassadas para a produção de commodities, a exemplo da produção agrícola que utiliza de mecanização e fertilização para produzir grãos, principalmente soja. A soja por sua vez tem se expandido continuamente na Amazônia, em áreas que eram previamente pastagens, deslocando a pecuária para áreas de floresta. Resumindo: o gado abre espaço para a soja entrar.

 

     “Hoje a gente já observa que essa pecuária que tá no norte de Rondônia já avança para o sul do Amazonas e parte do Acre, e a soja avança aqui em Porto Velho”, explica. De acordo com a pesquisadora, a ação dos governos estadual e federal tem sido determinante para a intensificação desse processo na região.

 

     Em maio deste ano, o governador de Rondônia, Coronel Marcos Rocha (sem partido), sancionou a Lei Complementar 1.089, que extinguiu 202 mil hectares de áreas protegidas no estado, retirando a proteção de porções significativas da Reserva Extrativista Jaci-Paraná e do Parque Estadual de Guajará-Mirim. A Resex Jaci-Paraná perdeu quase 90% de seu território e o Parque Estadual de Guajará-Mirim perdeu 55 mil hectares. Essa lei está sendo questionada na Justiça.

 

     “Rondônia é como um laboratório do crime ambiental. Se deu certo em Rondônia, isso vai se intensificar e a gente vê este processo a partir do que eles estão querendo montar, essa nova regionalização que é a chamada AMACRO”, alerta a pesquisadora.

 

 

     Proposta de regionalização econômica, AMACRO abrange 32 municípios dos estados do Amazonas, Acre e Rondônia.

 

     AMACRO é um acrônimo formado pelas iniciais de Amazonas, Acre e Rondônia, e trata-se de uma regionalização econômica que visa incentivar a produção agropecuária na região. Apesar de a palavra “sustentabilidade” estampar todas as publicações oficiais a respeito do projeto – o nome atual do plano é Zona de Desenvolvimento Sustentável Abunâ-Madeira -, sua estrutura está construída em torno da ampliação de infraestrutura e incentivos voltados à produção agropecuária.

 

     “Isso é preocupante, principalmente porque além de incentivar um modelo nada inclusivo e que se nutre de desmatamento, não conversa com a urgência climática e com a crise da biodiversidade, podendo abrir cada vez mais acesso para partes praticamente intactas da Amazônia”, diz Cristiane Mazzetti, da campanha de Amazônia do Greenpeace.

 

      O exemplo mais próximo desta iniciativa pode ser visto no Cerrado, com o MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), onde o modelo promoveu a concentração de renda, de terras, desmatamento e esgotamento dos recursos naturais, além do acirramento da violência no campo.

 

     Para o Queops Silva de Melo, representante do Conselho Indigenista Missionário (CIMI) de Lábrea, infelizmente as políticas públicas na região são mais direcionadas para o agronegócio do que para atividades que convivem com a floresta, o que resulta nessa disparidade entre os modelos econômicos. “O que a gente precisa aqui é incentivo à produção extrativista. Essa região do Sul do Amazonas é vista como área de exploração livre, você pega a produção do indígena, do ribeirinho, e leva a preço baratíssimo. Ao mesmo tempo, vão trazendo coisas de fora que não são da nossa cultura, não é da nossa vocação, nosso sistema aqui é um sistema riquíssimo de biodiversidade. Se valorizasse isso com política pública a gente teria recursos suficientes para todo mundo viver bem”.

 

     Violência na floresta

 

     De acordo com o último relatório da Comissão Pastoral da Terra (CPT) sobre Violência no Campo, em 2020 foram registrados 69 conflitos no Acre, 68 no Amazonas e 72 conflitos em Rondônia. Em todo o Brasil, foram 2.054 ocorrências de conflitos no campo, o maior número da série histórica do levantamento, que começou em 1985.

 

     “Aqui atualmente o conflito por terra não é tanto pela propriedade da terra, pelo assentamento. O pessoal está brigando para ficar acima da terra. A maior parte dos conflitos é de pessoas que se vêem ameaçadas e expulsas de suas terras. E para isso muitas vezes usam o fogo, o desmatamento e a destruição como forma de expulsar as comunidades tradicionais de seus territórios e da floresta que é sua fonte de recursos e de vida”, conta Josep Iborra Plans, missionário da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Porto Velho.

 

     O missionário relata casos de ameaça, expulsão, trabalho escravo e até assassinatos, onde os culpados dificilmente são identificados ou punidos. O representante da CPT fala de uma justiça desigual, que pune o pequeno colono, enquanto inocenta grandes grileiros. “O Estado, de uma forma assim de propósito, se faz ausente, deixando os pistoleiros agirem e que impere a lei dos mais fortes, dos grandes grileiros”, afirma.

 

     São casos como o do agricultor Antônio da Silva*, que vivia em uma comunidade ribeirinha em Rondônia e foi expulso da terra que habitou por 25 anos. “Um dia chegou uma pessoa lá dizendo que era dona da minha terra e de mais 18 mil hectares. Me chamaram para entrar num acordo que eu acredito que ia custar a minha vida, né? Então eu não aceitei e hoje eu tô pagando esse preço”, relata. Depois da recusa, o agricultor passou a ser ameaçado e perseguido por pistoleiros, teve sua área cercada, seus animais de criação mortos, até que as ameaças se intensificaram de tal maneira, que ele foi forçado a sair de sua terra.

 

     O extrativista Augusto de Souza* traz um relato parecido. Depois de anos vivendo da coleta de castanhas em uma reserva extrativista no Amazonas, viu seu mundo virar de cabeça quando grileiros invadiram seu castanhal e o expulsaram da área. Hoje, as castanheiras centenárias não existem mais e a sensação é de impotência. Ambas identidades foram preservadas nesta reportagem, para segurança dos entrevistados, que seguem sob ameaça.

 

 

     “No Sul de Lábrea foi mais ou menos assim, tinha os extrativistas de castanha, os seringueiros, e aí começou a invasão. O pessoal começou a entrar, os madeireiros tirando madeira, depois vinham os pecuaristas derrubando o resto. Alguns dos extrativistas que resistiam ao preço deles, eles diziam que então custaria R$ 4, que é o preço de uma bala”, conta Adelson Arruda de Lima, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Município de Lábrea, que viu a economia do município, antes baseada na agricultura familiar, avançar rumo à concentração de terra e onde a pecuária responde pela maior parte da produção.

 

     Segundo Adelson, muitos dos “novos donos” da terra vem de outros estados, como o Paraná e Mato Grosso. “O que acontece com o agricultor familiar depois que ele é expulso da terra? Ele deixa a agricultura familiar e vem para a cidade basicamente para passar necessidade, passar fome”, relata.

 

     A flexibilização da legislação ambiental e a falta de fiscalização são as causas apontadas pela missionária Laura Vicunha, do CIMI de Rondônia, para o avanço das invasões e da violência que sofrem os povos indígenas no estado.

 

     “O território Karipuna, por exemplo, é um território que no passado já foi reduzido 40 mil hectares e é um povo pequeno, então fazem de tudo para pressionar esse território. Esse ano a pressão se intensificou ainda mais, sobretudo na parte sul da terra indígena, que foi impactada por aquela lei (1.089) que desafetou a Resex Jaci-Paraná e parte do Parque Estadual Guajará Mirim. Com essa pressão e com essa liberação, a legalização da grilagem, fez com que o desmatamento e os focos de queimada voltassem a subir”, afirma.

 

     Entre 2017 e 2020, foram devastados 3.646 hectares da TI Karipuna, que ocupa a posição de 9ª terra indígena mais desmatada na Amazônia. Os relatos de extração ilegal de madeira, ameaças e até de loteamentos dentro da TI são fartos, mas os problemas continuam, o que levou os Karipuna a entrarem com uma ação judicial contra a União, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o governo de Rondônia por inação. Na ação, os indígenas pedem que os invasores sejam expulsos, que as obras realizadas dentro da TI sejam destruídas, que as áreas desmatadas ilegalmente sejam recompostas e que a TI seja, de fato, protegida e fiscalizada.

 

     A situação das populações indígenas não é muito melhor no Amazonas, onde o avanço da agropecuária ameaça a vida dos povos de norte a sul do estado. De acordo com Queops, do CIMI, as queimadas e o desmatamento impactam a saúde e a sobrevivência dessas populações. “A fronteira agrícola vem chegando e uma das coisas que preocupa a gente é que todas essas comunidades, essas aldeias, o principal acesso é pelo rio, mas os igarapés estão sendo fortemente ameaçados, eles estão secando e essa população está sendo forçada a migrar de um local para o outro, devido a esse desmatamento nas cabeceiras dos rios vindo do sul do município”, conta.

 

 

     As constantes ameaças vindas de Brasília, como a possibilidade de aprovação do Marco Temporal, adicionam uma camada extra de pressão. A tese, defendida arduamente por ruralistas, dentro e fora do Congresso, e pelo presidente Jair Bolsonaro, que prometeu “não demarcar um centímetro de terra índigena” em seu governo, argumenta que um povo indígena só pode ter sua terra demarcada se conseguir comprovar que estava sobre ela no dia 5 de outubro de 1988, data em que a Constituição foi promulgada, ignorando todo o processo colonizatório, em que muitos povos foram dizimados, escravizados, proibidos de falar seu idioma e exercer sua identidade cultural, além de expulsos de suas terras.

 

     “Não é assim, nós estamos aqui há muito tempo, nós estamos aqui muito antes de 5 de outubro de 1988. Então, nós entendemos que a demarcação dos nossos territórios precisa ser concluída. Eu tenho o meu território demarcado. Já outros parentes aqui da nossa região não tem. Então precisamos lutar por eles”, defende Antônio Enésio Tenharim, coordenador geral Organização dos povos indígenas do Alto Madeira (Opiam). De acordo com o Antônio, esta não é a única ameaça vinda de Brasília. O sucateamento da Fundação Nacional do Índio (Funai), o Projeto de Lei 191/2020, que visa permitir a mineração em TIs, também ameaçam a integridade dos povos indígenas não só do Amazonas, mas de todo o Brasil.

 

“Vivemos um momento em que a floresta e seus povos estão seriamente ameaçados pelo enfraquecimento de órgãos públicos de controle, por uma série de propostas no âmbito legislativo, que objetivam entregar as florestas públicas para o desmatamento, e por uma visão de desenvolvimento que já se mostrou equivocada para a Amazônia”, afirma Cristiane Mazzetti. “A região do sul do Amazonas, norte de Rondônia e Acre é mais uma expressão desse modelo que precisa ser revisto imediatamente, dada a emergência climática e a vulnerabilidade social presente no Brasil. É preciso viabilizar uma economia capaz de conviver com a floresta e promover real desenvolvimento na região”, defende.

 

     Faltando poucos dias para a 26ª Cúpula Climática da ONU, também conhecida como COP26, brasileiros e o resto do mundo voltam suas atenções para ouvir o que os governos apresentarão como contribuições para solucionar a crise climática. O Brasil, que poderia ser uma liderança neste debate, infelizmente, segue na direção oposta.

    

     Greenpeace Brasil•7 de julho de 2023•

 

     Comentário:

     Querem acabar com as florestas: da Amazônia, dos Cerrados e da floresta Atlântica.

     Não há interesse político para zerar o desmatamento dessas florestas. O presidente Lula pretende zerar o desmatamento do Amazonas em 2030, mas do jeito que vai, em 2030 não haverá uma árvore em pé. Se houvesse interesse em zerar o desmatamento deveriam começar agora, ou ontem, o tempo está acabando e à Fervura Global está começando e a humanidade estão prestes a ser extintas, tudo por causa da ganância e ignorância de grupos poderosos que querem o lucro não importa a que preço, se amanhã todos estejam mortos.

     Os incêndios em toda parte do mundo são criminosos não tem a ver com o Aquecimento Global, se o aquecimento tocasse fogo não seria em determinados locais e sim em toda a floresta ou mata, nunca houve incêndios espontâneos no passado. O incêndio na floresta do Canadá foi criminoso porque as chamas começaram simultaneamente no Leste e no Oeste do Canadá. Estão querendo áreas para expandir os centros urbanos por causa da explosão demográfica mundial. No Amazonas é para virar pastos para engorda do gado que vai se transformar em commodities para exportar e matar a fome de países estrangeiros, enquanto no Brasil, o povo passa fome e vive na miséria social. O presidente Lula é o presidente do faz de conta que governa, no país do faz de conta.

 

Ernani Serra

 

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Pensamento: Tornamo-nos odiados tanto fazendo o bem como fazendo o mal.

 

Maquiavel